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365 dias

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Quando nos faltam as palavras...

 

Os acontecimentos dos últimos dias deixaram-me com um nó na garganta... daqueles nós que nos deixam sem palavras, a olhar para dentro, sem saber o que dizer, sem saber o que pensar... desnorteados nas nossas certezas, perdidos nos nossos sonhos e projetos de cristal.

Quando os porquês não nos trazem as respostas e não nos devolvem os que partiram, nada parece fazer sentido e pouco adianta teorizar.

Não consegui evitar sentir-me frágil, vulnerável e tão pequena no meu nó mudo, que quase estrangula.

Continuamos a caminhar ao lado dos que amamos e trazemos dentro de nós: essa é a imortalidade da alma e a eternidade do amor.

 

Terror de te amar num sítio tão frágil como o mundo

(Sophia de Melo Breyner)

 

 

... foram as palavras que encontrei para descrever o que sinto.

 

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Uma caminhada pelo trilho das Cascatas do Rio Mourão

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Nietzsche dizia que caminhar ajudava a encontrar as ideias e a encontrarmo-nos a nós mesmos.

Verdade ou não uma das resoluções de início de ano foi a de tentar fazer uma caminhada uma vez por semana (no mínimo)... de preferência no meio da natureza.

Este fim de semana não foi exceção e mais uma vez Sintra foi o cenário escolhido.

A caminhada começou junto às cascatas do Rio Mourão em Sintra, estendeu-se pelas suas imediações e durou cerca de 1 hora.

Para quem não conhece, as cascatas estão localizadas no Vale da Ribeira do Mourão (afluente do rio Lizandro), entre as aldeias de Anços e Maceira na freguesia de Montelavar (concelho de Sintra).

Distam 30 km de Cascais e uns 35 km de Lisboa. Para lá chegar basta seguir a estrada que liga Pêro Pinheiro a Negrais, virar para a aldeia de Anços e na rua principal procurar a sinalização indicativa de cascatas, escrita numa pedra.

A partir daqui, depois de estacionar o carro, é só seguir as indicações dos trilhos pedestres.

 

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Por trilhos de terra batida, bem definidos e propositadamente preparados para o efeito, descemos até ao Vale do Rio Mourão.

O piso é bom embora, por vezes, haja alguns troços mais irregulares que podem dificultar o percurso a crianças muito pequenas e pessoas com mobilidade reduzida.

Na área envolvente à cascata encontrámos algumas ruínas de azenhas e restos de mós, representantes genuínos da antiga atividade do local.

Ao chegar lá abaixo somos surpreendidos por um cenário idílico que nunca esperámos encontrar aqui tão perto, mesmo às portas de Lisboa.

 

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O local é maravilhoso.

O verde é a cor dominante e ao fundo no alto do rochedo surge a cascata.

Rodeada de vegetação exuberante a cascata forma à sua frente uma pequena lagoa onde, sob os olhares atentos dos pais, algumas crianças brincam.

 

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Ficámos por ali a ouvir a água cair e a aproveitar o silêncio da hora.

Até que o cenário se transformou em palco de mergulhos, piqueniques improvisados e muitas brincadeiras.

Estava na hora de continuar. Seguimos caminho junto ao rio acompanhados pelo som da água, as cores dos lírios e a presença das pequenas rãs que volta e meia atravessavam o nosso caminho.

 

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O local não é propriamente desconhecido portanto se quiserem usufruir de alguma calma evitem os fins-de-semana.

Levem água, calçado confortável e fato de banho para dar uns mergulhos.

Como curiosidade: o local serviu de cenário ao genérico da novela da TVI “Jardins Proibidos” e a uma das cenas da novela “O Beijo do Escorpião”.

 

Boas caminhadas!

 

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Foto do dia ... sobre o amor e a vida

PDS3S.jpgPraia do Guincho 18/04/2017

 

 

Começámos há um ano, com um passeio na serra de sintra.

Entre silêncios e planos traçados para um futuro que nos distanciou e nunca se planeou tão curto.

Acabámos numa encruzilhada de emoções, num jogo de palavras e mal entendidos

Que me mostrou toda a fragilidade que tinha em mim.

O trilho traçado desvaneceu-se com as águas da chuva do inverno rigoroso e eu perdi-te o rasto.

Regressei ao sul, onde a minha alma ficou esquecida e voltei a erguer as muralhas onde me escondia.

Assim foi o nosso amor.

 

 

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Continuamos à beira rio

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Piscina flutuante da Praia do Malhadal

 

De todas as praias fluviais que visitámos esta foi a que mais gostámos, pelo ambiente calmo e tranquilo e pela exuberância da natureza à sua volta.

Envolvida por um verde deslumbrante, longe de qualquer localidade, este é o local ideal para quem gosta de tranquilidade e contacto com a natureza.

A praia do Malhadal está localizada na base da Serra de Alvéolos, nas margens da ribeira da Isna (afluente do Rio Zêzere), a cerca de 7 km da vila de Proença-a-Nova, no distrito de Castelo Branco.

O acesso é bom e feito por estrada alcatroada. Partindo de Proença-a-nova em direcção à Sarzedinha basta seguir as indicações até ao local.

O local é marcado por encostas com vegetação abundante, intercaladas pela ribeira da Isna que alarga o seu caudal numa extensa represa de cerca de 1 km, com corrente constante mesmo nos meses de verão.

Para além da piscina flutuante situada na margem direita da ribeira, existe também um bar com esplanada, casas de banho, posto de primeiros socorros e uma zona para estender a toalha.

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A piscina é vigiada e está localizada numa zona profunda do rio junto do bar e das restantes infraestruturas de apoio. Um pouco mais à frente, nas margens da ribeira, encontramos recantos e zonas com menos profundidade que permitem mergulhos, insufláveis e piqueniques junto a um parque de merendas.

 

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Parece que o local começa a encher lá para as 17h00, portanto se querem usufruir deste paraíso cheguem cedo.

A zona permite também passeios pedestres pelos arredores e ao longo da ribeira, num percurso que preserva alguns elementos da antiguidade do local (uma antiga ponte filipina) e trilhos por entre a natureza que conduzem até aos moinhos e açude da aldeia da Cabrieira (aldeia de xisto).

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Praia e piscina fluvial - Malhadal

 Se não conhecem vale bem a pena dar um saltinho até lá.

Bons mergulhos para todos!

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Uma praia na Aldeia

 

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Praia fluvial do Mosteiro

 

É muito fácil chegar a esta praia, localizada no concelho de Pedrogão Grande, junto da pequena aldeia do Mosteiro que lhe dá o nome.

Saindo de Pedrogão Grande seguimos em direção a Pampilhosa da Serra, passamos por Fontainhas, Troviscais e um pouco mais à frente viramos para a Aldeia do Mosteiro. O acesso é bom assim como a estrada e a sinalética que a acompanha.

Ao contrário da primeira praia aqui respira-se calma e tranquilidade, talvez porque chegámos logo de manhã, pela fresquinha e o recinto ainda estava quase vazio.

Alimentada pelas águas da ribeira da Pêra (que nasce nos pontos mais elevados da Serra da Lousã) a piscina foi construída em pedra de xisto (material da região), formando uma extensa represa onde é possível nadar, alugar uma canoa ou divertir-se num escorrega.

A represa é ladeada por um extenso relvado, onde podem estender as toalhas e por grandes árvores que proporcionam ao local algumas áreas de sombra quando o calor aperta. Não sei como será nos outros dias mas quando lá estivemos a temperatura da água estava muito boa.

A ponte em madeira que atravessa a piscina permite encurtar o caminho para o outro lado do relvado em direção ao bar/restaurante e aos balneários/ wc's.

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 Os espaços verdes, a presença de infraesturas e a zona extensa de água tornam esta praia um local ideal para levar as crianças

 

Para além de uns bons mergulhos podem aproveitar para passear pelos arredores, circundando o recinto da piscina, andar pelas ruas da aldeia do Mosteiro (praticamente desertas) e conhecerem alguns elementos arquitectónicos das antigas infraestruturas que sustentaram, durante séculos, a vida dos habitantes desta aldeia: os moinhos, as levadas e os lagares.

Localizado mesmo abaixo da represa, está um pequeno moinho de rodízio recuperado e no lado oposto junto ao bar/restaurante, o velho lagar de azeite, também ele recuperado, mantém a traça original da sua fachada e serve agora de apoio à praia e restaurante/bar. 

À frente do velho moinho a ribeira segue o seu curso, calmamente por entre as pedras roladas e o verdejante das grandes árvores que a acompanham.

 

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Banhos de água doce

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No fim-de-semana passado fomos queimar os últimos cartuchos do mês de Agosto. Depois da costa alentejana e de uns mergulhos salgados resolvemos ir conhecer algumas praias fluviais, contrariando a ideia de que só junto ao mar é que é possível fazer praia.

No geral são locais de lazer, calmos e tranquilos que conciliam a natureza, os passeios pedestres e as paisagens de fazer cortar a respiração com mergulhos refrescantes em espaços repletos de cor e contrastes naturais, onde o verde é a cor que perdomina.

A primeira praia que visitámos foi a praia do Agroal, localizada no rio Nabão (afluente do rio Zêzere), junto à nascente do Agroal, nas freguesias de Freixianda, Ribeira do Fárrio e Formigais, entre os concelhos de Ourém e Tomar, aqui delimitados por este rio.

O acesso é fácil e está sinalizado. Mas para quem não conhece a zona o melhor é usarem o GPS ou o Google Maps… em último caso, ao chegarem a Ourém sigam na direção do IC9 e peçam indicações aos locais, pois por ali todos conhecem a praia do Agroal.

O recinto é constituído por uma piscina fluvial com uma profundidade entre os 0,90 e os 2.70 metros de profundidade, construída junto à nascente do Agroal cujas águas frias são conhecidas pelas suas propriedades terapêuticas, outrora aconselhadas para o tratamento de doenças de estômago, intestinos e pele. O fundo da piscina é em gravilha o que torna as águas claras e cristalinas. A água é corrente e o seu excedente escoa pelo pequeno açude, para o leito do rio Nabão que passa mesmo ao seu lado.

Aqui a água é fria, tão fria que apesar de estarem 30 e muitos graus e o sitio convidar a um mergulho foi muito difícil entrar.

Apesar do rio e do verde que o envolve, a paisagem não é propriamente selvagem. Vê-se bem que a mão humana moldou o local e o transformou em função das suas necessidades.

 

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Ano após ano, a autarquia tem vindo a melhorar o espaço criando infraestruturas de apoio que oferecem algumas comodidades aos visitantes: parque de estacionamento, cafés/restaurante para petiscar ou almoçar, uma pensão para quem quiser pernoitar por aquelas bandas, casas-de-banho com balneário, chuveiros, mesas para piqueniques entre o arvoredo, um deck em madeira onde podemos estender a toalha e nadadores salvadores que vigiam os banhistas.
Quando chegámos o local estava apinhado de pessoas, na sua grande maioria portugueses residentes nos arredores e muitos no estrangeiro, que todos os anos ali retornam.  

 

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A piscina facilmente fica lotada e por isso há quem opte por ficar nas margens do rio, onde são permitidos os insufláveis e as canoas. Em alguns locais as margens foram preenchidas com areia tornando o local mais aprazível, principalmente para as crianças que se divertem a brincar com os seixos do rio e a observar os muitos peixes que por ali andam.

 

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Apesar de ser proibido pescar no rio, havia grupos de pessoas que junto da margem procuravam lagostins de água doce. Procuravam, encontravam, arrancavam-nos à força do seu meio ambiente e depositavam-nos em baldes juntos aos chapéus-de-sol.

Sítios como este merecem ser cuidados, preservados e respeitados no seu conjunto. A fauna e a flora dos locais são necessárias ao equilíbrio e beleza natural dos sítios, sendo essencial que o Homem respeite e ajude a preservar os mesmos, integrando-se na natureza com o mínimo de impacto possível e tomando consciência que lugares mortos, sem natureza são lugares estéreis e inúteis para todos nós.

Desabafos à parte seguimos para Tomar, onde jantámos e passámos a noite para no dia seguinte partirmos à descoberta de outras praias fluviais, mais selvagens e envolvidas na natureza.

Até amanhã!

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Do farnel ao Kitesurf - Uma praia para todos os gostos

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Vista geral da Lagoa de Albufeira

 

Portugal tem sítios lindos, lugares maravilhosos, praias fantásticas.

O fim-de-semana foi de calor, de gelados, de passeios e de praia… ahhh e de muita, muita emoção com a nossa seleção a jogar e a ganhar.

Sábado fomos até à Lagoa de Albufeira.

A praia da Lagoa de Albufeira situa-se no concelho de Sesimbra, na freguesia do castelo, a cerca de 30 km de Lisboa.

É formada por um extenso areal e está separada da Lagoa do mesmo nome por grandes dunas. A lagoa é formada pela água salgada do mar e pela água doce de três ribeiras que ali convergem.

O vento e as águas calmas da lagoa criam as condições necessárias para a prática de alguns desportos como o kitesurf, windsurf, vela, paddle e canoagem.

Para quem tem miúdos é excelente! Do lado da lagoa as águas são calmas e em alguns locais pouco profundas o que permite um dia cheio de brincadeiras, conchas e mergulhos.

É também um excelente local para quem gosta de piqueniques, aproveitando o pinhal que rodeia uma das margens da lagoa.

Vale a pena andar pelo areal, afastarmo-nos da zona da entrada, junto à estrada (sempre com mais pessoas) e procurar um local mais próximo do canal que nos leva ao mar… aí as águas são mais agitadas o que as torna mais limpas e divertidas.

Próxima de Lisboa, mas suficientemente longe para espairecer por umas horas ou um dia, para descansar, pôr a leitura em dia ou simplesmente recarregar as baterias.

Foi um dia bem passado!

 

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Somos Campeões

 

marques1.jpgPraça do Marquês de Pombal - Lisboa (madrugada 11/07/2016)

 

Portugal saiu à rua para celebrar a vitória. Uma vitória que também foi de todos aqueles que acreditaram, que sofreram e apoiaram a nossa seleção.

Não percebo nada de futebol e por isso não posso falar das táticas ou técnicas dos nossos jogadores no jogo de ontem, apenas do que vi.

E o que vi foi um jogo limpo (da nossa parte), bastante atribulado e um esforço enorme dos nossos jogadores para manterem o foco e a calma perante atitudes menos corretas do adversário.

O que senti foi para além do jogo! Senti-me parte de um todo, de uma nação onde milhões de pessoas, com a mesma identidade, espalhadas pelo mundo inteiro se uniram pela fé, esperança e a crença que a vitória era nossa….

Unidos por PORTUGAL.

Foi espetacular!

Somos campeões da Europa!

Viva a seleção! Viva Portugal!

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Cascata do Rio dos Mouros

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A uns escassos kms de distância do sítio arqueológico de Conimbriga, na freguesia de Condeixa-a-Velha, encontrámos uma pequena cascata que fez do pequeno trilho uma autêntica caça ao tesouro.

A informação foi-nos dada logo à entrada da cidade romana por uma senhora que ao ver-nos com as máquinas fotográficas e a pequena Inês achou que seria um passeio interessante para fotografar e mostrar à miúda. Nós achámos o mesmo e aventurámo-nos mata dentro à procura da cascata.

O percurso teve início nas traseiras do edifício do Museu Monográfico de Conimbriga, numa pequena estrada de terra batida, mesmo em frente.

Seguindo por essa estrada e a cerca de 1 km virámos à direita (não sinalizado), num trilho pedestre e apertado que nos levou até à margem do Rio dos Mouros.

 

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Uma vez no rio, continuámos o caminho até à ponte em madeira, construída sobre um tronco de árvore, que nos conduziu à outra margem. 

A partir daqui é só seguir as cordas que estão presas nas rochas e nos ajudam a subir e descer a encosta, até à Cascata.

 

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Por momentos desejámos que fosse verão para poder tirar a roupa e dar uns mergulhos nas águas limpas e transparentes da lagoa que se estendia à nossa frente, mas ficámos pelas fotos.

Durante o percurso não vimos qualquer tipo de sinalização o que nos fez pensar que ou a cascata não está sinalizada ou íamos tão entusiasmados com o passeio que a sinalização passou-nos despercebida.

As indicações que nos deram levaram-nos só até meio caminho e acabámos por descobrir o resto do trilho através de outro caminhante que também se dirigia para o local.

Apesar do percurso ser relativamente fácil, não é aconselhável a pessoas com mobilidade reduzida, crianças pequenas ou de colo, pela dificuldade que apresenta em alguns troços.

Levem água, fruta ou alguns snacks naturais para comer pelo caminho, principalmente se forem com miúdos…. Nós não levámos e quando chegámos ao carro só parecia que tínhamos andado horas, perdidos na Selva.

 

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Os Palheiros da Costa Nova

 

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Quando se chega à Costa Nova uma das primeiras coisas que salta à vista é o casario colorido que se estende ao longo da marginal, mesmo em frente à ria de Aveiro.

Casas pintadas com riscas vermelhas, verdes, azuis, amarelas, bem estimadas, que dão cor à marginal, localizada entre a Ria e o Oceano Atlântico e que fazem da Costa Nova um lugar de charme do nosso país.

Denominadas por Palheiros da Costa Nova, os mais antigos remontam ao séc. XIX e foram construídos pelos pescadores, com o objetivo de ali guardarem as redes e o material da pesca. Inicialmente com um piso e apenas uma divisão, rapidamente se foram adaptando às necessidades das épocas.

A segunda metade do século XIX trouxe a moda do “ir a banhos” e com isso muitos dos antigos armazéns cresceram em pisos e número de divisões destinados a acolher os que aqui queriam passar o Verão... até chegarem aos nossos dias, como casas de família e de veraneio.

 

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Um passeio que se traduziu em ruas coloridas com casas visivelmente bem cuidadas, um papagaio falante de nome Crispim que nos arrancou umas boas gargalhadas, enquanto percorríamos o passeio em calçada portuguesa, paralelo a uma marginal fantástica trilhada entre o rio e o mar…. do outro lado, a praia da Costa Nova com o seu extenso areal, o mar de águas frias e revoltas que esconde a mansidão e calmaria da ria.

 

 

Localização: A Costa Nova situa-se na linha de costa da Ria de Aveiro , no Município de Ílhavo, na Região Centro de Portugal.

Curiosidades: Anualmente, em agosto, realiza-se o Festival de Marisco da Costa Nova “Ria a Gosto”, com o objetivo de dar a conhecer o marisco e os produtos da Ria.

 

 

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