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365 dias

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Acampar com estilo

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Acampar é uma excelente opção para quem gosta de férias ao ar livre e estar em contacto com a natureza. É também uma boa opção para ir com os miúdos que aprendem a desenvolver tarefas, autonomia e cooperação.

Mas acampar não é para todos.

É preciso gostar e ter um espírito aberto para embarcar numa aventura destas, que requer alguma organização e planeamento, para que as coisas corram bem no terreno.

Os melhores meses para acampar são Junho e Setembro. Está calor, mas não em demasia, podemos ir à praia e fugimos das multidões dos meses de Julho e Agosto, permitindo aproveitar melhor o contacto com a natureza.

A única vez que fui em Agosto, jurei para nunca mais. Passei a noite a ouvir a respiração do senhor da tenda ao lado, que para além de ressonar que nem um urso ainda falava durante o sono.

Eu sou o verdadeiro não campista. Para dizer a verdade, só comecei a acampar há relativamente pouco tempo, porque achei que era um programa giro para fazer com a minha filha.

É claro que a miúda ADOROU, DELIROU, AMOU - e eu acabei por ter que comprar uma tenda e passei a acampar quase todos os anos. Mãe sofre!

Quem gosta de acampar sabe que é preciso entrar no espírito da coisa. Deixar os pormenores de lado, curtir a natureza e a liberdade que uma tenda e um fogareiro nos dá.

Para aqueles que acham que o campismo não é para eles ou que simplesmente querem fugir ao campismo tradicional, da tenda às costas, tachos e panelas, talheres de plástico e das adoráveis latas de atum, existem outras opções, menos cansativas, muito confortáveis e que garantem toda a magia da experiência.

Seja a dois ou em família porque não optar por fazer glamping?

 

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O glamping, não é mais do que acampar sem tenda própria e com muito menos logística. É uma espécie de upgrade do acampar, numa versão mais charmosa e menos trabalhosa do que a versão “casa às costas”.

O termo resulta da junção da palavra Glamour com Campingglamping é acampar com glamour ou se preferirem com charme. Trata-se de um turismo ecológico, que utiliza eco-estruturas, integradas no meio ambiente. O respeito e a comunhão com a natureza estão acima de tudo, que aliados ao conforto que estas estruturas oferecem, tornam a experiência inesquecível.

Em Portugal já existem muitos locais onde é possível fazer glamping, que tem como grande vantagem o não precisarmos de tenda própria, tornando esta atividade menos trabalhosa e dispendiosa (para quem não quer ter o investimento inicial de comprar a tenda e os restantes acessórios). Em alguns casos, o serviço inclui pequeno-almoço, mas também podem optar por continuar a preparar as vossas refeições no local.

A minha primeira experiência em glamping foi numa tenda típica da Mongólia ou Yurt, inserida numa quinta de turismo rural ecológico, ali para os lados de Tomar.

São tendas redondas e muito espaçosas, com uma janela no topo (uma espécie de clarabóia) que deixa entrar a claridade, dando a sensação de estarmos a dormir a céu aberto. Estas tendas eram originalmente usadas pelos pastores nómadas da Mongólia.

São compostas por uma estrutura interna de madeira, que é coberta por tela no exterior e tecido no interior, oferecendo uma boa proteção contra o calor e o frio. Este isolamento interior proporciona uma climatização do espaço, fazendo com que esta atividade não seja uma opção exclusiva do Verão.

A tenda estava mobilada com uma mobília rústica e um fogão a lenha para os dias mais frios de inverno.

 

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O glamping é uma alternativa divertida, confortável e menos cansativa para se fazer a dois ou com crianças, que vão adorar a ideia de dormir em cabanas.

Este ano não escapo a um acampamento tradicional e até já ando a comprar as latinhas de atum, mas faz parte dos meus planos passar um fim de semana a descansar por aí, algures perdida, numa cabana no meio de Portugal.

 

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Uma caminhada pelo trilho das Cascatas do Rio Mourão

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Nietzsche dizia que caminhar ajudava a encontrar as ideias e a encontrarmo-nos a nós mesmos.

Verdade ou não uma das resoluções de início de ano foi a de tentar fazer uma caminhada uma vez por semana (no mínimo)... de preferência no meio da natureza.

Este fim de semana não foi exceção e mais uma vez Sintra foi o cenário escolhido.

A caminhada começou junto às cascatas do Rio Mourão em Sintra, estendeu-se pelas suas imediações e durou cerca de 1 hora.

Para quem não conhece, as cascatas estão localizadas no Vale da Ribeira do Mourão (afluente do rio Lizandro), entre as aldeias de Anços e Maceira na freguesia de Montelavar (concelho de Sintra).

Distam 30 km de Cascais e uns 35 km de Lisboa. Para lá chegar basta seguir a estrada que liga Pêro Pinheiro a Negrais, virar para a aldeia de Anços e na rua principal procurar a sinalização indicativa de cascatas, escrita numa pedra.

A partir daqui, depois de estacionar o carro, é só seguir as indicações dos trilhos pedestres.

 

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Por trilhos de terra batida, bem definidos e propositadamente preparados para o efeito, descemos até ao Vale do Rio Mourão.

O piso é bom embora, por vezes, haja alguns troços mais irregulares que podem dificultar o percurso a crianças muito pequenas e pessoas com mobilidade reduzida.

Na área envolvente à cascata encontrámos algumas ruínas de azenhas e restos de mós, representantes genuínos da antiga atividade do local.

Ao chegar lá abaixo somos surpreendidos por um cenário idílico que nunca esperámos encontrar aqui tão perto, mesmo às portas de Lisboa.

 

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O local é maravilhoso.

O verde é a cor dominante e ao fundo no alto do rochedo surge a cascata.

Rodeada de vegetação exuberante a cascata forma à sua frente uma pequena lagoa onde, sob os olhares atentos dos pais, algumas crianças brincam.

 

VistaGeralCasc.jpgCascata.jpg

 

Ficámos por ali a ouvir a água cair e a aproveitar o silêncio da hora.

Até que o cenário se transformou em palco de mergulhos, piqueniques improvisados e muitas brincadeiras.

Estava na hora de continuar. Seguimos caminho junto ao rio acompanhados pelo som da água, as cores dos lírios e a presença das pequenas rãs que volta e meia atravessavam o nosso caminho.

 

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O local não é propriamente desconhecido portanto se quiserem usufruir de alguma calma evitem os fins-de-semana.

Levem água, calçado confortável e fato de banho para dar uns mergulhos.

Como curiosidade: o local serviu de cenário ao genérico da novela da TVI “Jardins Proibidos” e a uma das cenas da novela “O Beijo do Escorpião”.

 

Boas caminhadas!

 

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Uma lagoa na praia do Guincho

 

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Hoje de manhã ao passar pela praia do Guincho deparei-me com uma paisagem diferente daquela que é habitual.

No meio das dunas estava uma lagoa que submergiam parte dos passadiços de madeira que nos levam até à praia grande.

A natureza é incrível! Parece que as chuvas dos últimos dias juntamente com o crescimento das dunas levou à acumulação de água formando uma espécie de bacia.

Se a paisagem já era linda o contraste criado agora pelo azul do lago, do mar e o verde da serra fazem parecer um cenário de um filme.

 

Ficam as imagens :)

 

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Guincho 2.jpgGuincho 7.jpg

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Dizem que é Outono e o Inverno está mesmo aí à porta com o Natal. Mas eu andei de camisa e sem casaco a tirar estas fotografias enquanto o carro indicava que estavam 21º ao sol.

Ao final do dia voltei lá de bicicleta só para poder ver e sentir este pôr-do-Sol.

 

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Olá! Criei este espaço para partilhar momentos, fotografias, viagens e locais que vou conhecendo. Todas as fotos publicadas são da autoria do 365dias... espero que gostem!

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