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365 dias

Ler Devagar porque Devagar se vai ao longe

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Esta livraria anda nas bocas do mundo.

Nos últimos anos tem sido referenciada um pouco por todo o lado. Fez parte da lista das 20 livrarias mais bonitas do mundo (Flavorwire), foi destaque no Louis Vuitton European City Guides e apareceu no guia da Taschen do New York Times como um dos 125 locais da Europa a visitar em 36 horas.

Mais recentemente o The Telegraph escolheu as 16 livrarias mais bonitas do mundo e a Ler Devagar, juntamente com a Livraria Lello (no Porto) figuram nessa lista.

Não sei como é que é com vocês mas se há sitio onde gosto de entrar é numa livraria. Então se for uma das mais bonitas do mundo, melhor ainda.

Todo aquele ambiente de livros amontoados em mesas ou arrumados em estantes, o cheiro a papel e o fervilhar de ideias que pairam no ar, fazem-me sempre querer viver cem anos para ter tempo de ler, pelo menos, alguns deles.

Nem sempre entro com o objetivo de comprar. Às vezes vou só mesmo bisbilhotar, ver o que se lê, olhar as novidades, relembrar as antigas e folhear alguns livros.

Apesar de ser uma adepta fervorosa das novas tecnologias, toda a espécie de gadgets, apps e afins, os livros continuam a ter um papel crucial e insubstituível na minha vida. 

Esta semana fui a Lisboa e como estava com tempo passei pela Ler Devagar, na LxFactory.

 

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A Ler Devagar nasceu no Bairro Alto, em 1999.

Em 2009 instalou-se no complexo do Lx Factory, em Alcântara no edifício da antiga gráfica Mirandela (que imprimia jornais como o Expresso, o Público e A Bola), onde se mantém até aos dias de hoje.

O espaço é único e inspirador. 

Do edifício original conservou a sua enorme máquina de impressão que divide o espaço em dois pisos.

No piso de cima existem dois bares/restaurante e uma galeria. É também aí que se encontra a exposição permanente do artista Pietro Prosérpio, responsável pela criação da carismática bicicleta voadora que se encontra suspensa no ar, no centro da sala e que se tornou na imagem de marca do espaço. Se apanharem o artista por lá, não deixem de ouvir as suas histórias.

Com as suas enormes estantes que cobrem as paredes de livros até ao teto, o recinto é constantemente dinamizado com uma vasta programação cultural que abrange concertos, exposições, debates, conferências, workshops, musica, teatro, entre outros.

 

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O ambiente é descontraído. Aqui não há a obrigação de comprar ou de consumir e é comum verem-se portugueses e estrangeiros entrarem no espaço só para o fotografar.

O local por si só, vale a visita, seja para comprar um livro, para conhecer o espaço da livraria, beber um café ou simplesmente sentar-se numa esplanada e absorver o ambiente de um dos sítios mais criativos e cool da cidade de Lisboa – a Lx Factory.

 

Fui me inspirar e pôr a leitura em dia!

E vocês já se inspiraram hoje?

 

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Lisboa a preto e branco

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Gosto dos nossos passeios longos e demorados onde perdemos as horas.

Das conversas sem pressas, dos olhares alternativos e perspetivas diferentes.

Gosto de ti por me mostrares o mundo da forma como o sentes.

De me mostrares outras perspetivas daquilo que eu vejo e sinto e me fazeres perceber que posso ir sempre mais além.

Gosto quando sais em viagem e espero que me tragas o mundo no teu olhar.

Gosto das cores com que pintas a vida e as nuances que dás ao monocromático.

Tens cor mesmo em dias cinzentos, mesmo quando a tua lente é a preto e branco.

 

 

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Retratos de Lisboa

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Aqui e além em Lisboa – quando vamos
Com pressa ou distraídos pelas ruas
Ao virar da esquina de súbito avistamos
Irisado o Tejo:
Então se tornam
Leve o nosso corpo e a alma alada

 

 

 

A foto é nossa as palavras são da Sophia de Mello Breyner Andresen (1994), in Obra Poética

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Uma vista sobre a cidade

lisboa castelo.JPGCastelo de S. Jorge

 

Seja qual for a perspetiva, seja qual for o ângulo ou o local, Lisboa é das cidades mais fotogénicas que conheço… seja pela luz, pela proximidade do rio tejo ou pelos inúmeros miradouros que nos oferecem vistas panorâmicas da cidade.

Quem chega apaixona-se, quem parte leva a saudade e os que ficam não se cansam de admirá-la.

 

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Rock In Rio com os Queen

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Confesso que estava apreensiva… ir ouvir os Queen sem aquele que para mim era os Queen …

Freddie Mercury dava a voz, a alma e o carisma a uma das bandas que marcou parte da minha adolescência.

E se Freddie Mercury é de facto insubstituível, quem o fosse substituir sabia de antemão que teria de lidar com a comparação e se conformar em ficar na sombra da grande estrela.

Adam Lambert que aceitou a enorme responsabilidade de dar voz aos Queen, recordou que “There’s Only One Freddie Mercury” numa sincera homenagem prestada ao vocalista que consagrou a banda dos Queen. De seguida agradeceu e acrescentou que era um privilégio estar ali, a cantar as músicas de uma das maiores lendas dos anos 80. As críticas não pouparam o cantor que na minha opinião portou-se muito bem.

Ao longo de 2 horas, recordámos êxitos como “Under pressure”, “Love of my Life”, “Who wants to live forever”, “Another one bites the dust” entre tantos outros.

Cantámos, pulámos e até nos emocionámos quando nos ecrãs surgiu Freddie Mercury a cruzar a voz com Adam Lambert no tema "Bohemian Rhapsody".

Momento inesquecível foi também quando Brian May, o guitarrista dos Queen, cantou sozinho o tema “Love of my life”, num tom acústico, acompanhado por uma plateia de 74 mil pessoas.

Foi mágico!

Destaque para os dois elementos da banda, o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor que nos momentos que tiveram a solo mostraram a verdadeira essência dos Queen e impressionaram pelo talento e destreza que passados tantos anos ainda têm.

“São bons!” Era o que se ouvia um pouco por todo lado – “Estes gajos são mesmo bons!”

Na passada sexta-feira uma multidão de 74 mil pessoas juntou-se no parque da Bela Vista para recordar e delirar com as músicas dos Queen, uma banda que fez história. Esta semana o Rock In Rio continua com outras bandas mas o mesmo ambiente giro e descontraído que caracterizam este festival.

Foi um concerto memorável!

 

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Bom dia Lisboa!

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Sobrevoando Lisboa

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 Aqueduto das Águas Livres @2015

 

 

 

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Inspiração do dia

O sol de hoje merece uma foto como esta!

Que me inspira.

Que me faz sentir bem.

Que estende o horizonte, para além de mim...

Mesmo quando o dia não corre da melhor forma.

 

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 Lisboa e os Cacilheiros @2015

 

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Aqui celebra-se o Amor!

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 Miradouro Nossa Senhora do Monte - Graça/ Lisboa

 

E porque hoje é dia dos namorados, aqui fica um post sobre a celebração do Amor!

 

Em Lisboa há um miradouro onde se celebra o amor, num ato simbólico como forma de mostrar aquilo que se sente….. afeição, amizade, amor, paixão….  Pois o amor não é exclusivo dos amantes e namorados.

A moda vem de fora!

Provavelmente de Paris, da Ponte des Arts, cujo gradeamento se encheu dos conhecidos cadeados do amor, de tal forma, que o excesso de peso e o risco de um dos pilares cair levou à remoção dos cadeados e à substituição do seu gradeamento, por paneis grafitados.

Os cadeados do amor são pequenos cadeados que os apaixonados fixam num local público e que servem para simbolizar o seu amor e união. Os nomes ou iniciais das pessoas são geralmente inscritos no cadeado e a sua chave deitada fora para simbolizar o amor inseparável.

À semelhança da Ponte des Arts em Paris, no miradouro da Senhora do Monte também é possível colocar estes cadeados, presos ao seu gradeamento e assim selar o amor.

 

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Os cadeados do Amor - Miradouro Nossa Senhora do Monte

 

Ao que parece, a avaliar pelo número de cadeados no gradeamento, a moda ainda não pegou em Portugal. Mas para quem não é de modas, como eu, a ideia de ir ver o pôr do sol do cimo de um miradouro, vale por si só a viagem…. Com ou sem cadeado, sozinho ou acompanhado.

O Miradouro da Nossa Senhora do Monte está situado em frente à Ermida da Nossa Senhora do Monte, na zona da Graça, em Lisboa. O seu acesso é feito por carro (embora seja muito difícil estacionar), por elétrico (o 28 que vai até à Graça) ou ainda recorrendo aos inúmeros tuk tuk, que circulam por Lisboa.

Localizado no ponto mais alto do bairro da Graça, é um dos locais com a melhor vista sobre a cidade, de onde se avista o castelo de S. Jorge, parte da baixa de lisboa, o estuário do tejo, o bairro alto e a ponte 25 de Abril.

 

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No miradouro não existem esplanadas ou cafés. Mas a Maria Limão teve a ideia de levar à Senhora do Monte limonadas fresquinhas e naturais de vários sabores, chocolate quente, chá, café e crepes (doces e salgados), para que nada nos falte enquanto saboreamos o local.

  

 

Todos os dias, dezenas de pessoas se dirigem a este miradouro apenas para admirar a vista e assistir ao pôr do sol… é fabulosa a energia que se sente aqui!

Sem cadeados, num dia sem nada de especial, fomos ver o cair da noite sobre a cidade de Lisboa e por ali ficámos…

 

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  Vista sobre a cidade de Lisboa - Miradouro Nossa Senhora do Monte

  

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360 graus sobre Lisboa

 

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Vista do terreiro do Paço e Ponte 25 de Abril 

 

É do topo do Arco da Rua Augusta que conseguimos ter uma vista assim.

Já me tinham falado da vista deslumbrante que se tem lá de cima e hoje a caminho de casa, resolvi fazer um pequeno desvio e subir a este miradouro, onde pude desfrutar de uma vista panorâmica da cidade de Lisboa. Daqui conseguimos avistar a Sé, o Castelo de S. Jorge, a baixa pombalina, o elevador de Santa justa, a ponte 25 de Abril, o Terreiro do Paço e o Tejo.

Aberto ao público desde 2013, após obras de restauro, este arco está situado entre a Rua Augusta e o Terreiro do Paço, em plena baixa pombalina.

A entrada para o monumento faz-se pela Rua Augusta, por uma porta lateral do arco, onde um elevador nos leva ao piso superior. Neste piso podem aproveitar para conhecer um pouco da história do monumento e observar o mecanismo do relógio aí existente.

A partir daqui, é só dar corda aos sapatos e subir a estreita escadaria que nos levará ao topo do monumento. Por questões de segurança, só são permitidas 35 pessoas em simultâneo, no miradouro.

As visitas são diárias, entre as 9h00 e as 19h00.

O bilhete custa 2,5 e as crianças até aos 5 anos têm entrada gratuita.

Foi o momento kit-kat do dia!

 

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Vista da Rua Augusta - baixa pombalina

 

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Vista da Sé de Lisboa

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