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365 dias

Brevemente no blog...

... as nossas aventuras por aqui!

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Praia do Malhadal - Continuamos à beira rio

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Piscina flutuante da Praia do Malhadal

 

De todas as praias fluviais que visitámos esta foi a que mais gostámos, pelo ambiente calmo e tranquilo e pela exuberância da natureza à sua volta.

Envolvida por um verde deslumbrante, longe de qualquer localidade, este é o local ideal para quem gosta de tranquilidade e contacto com a natureza.

A praia do Malhadal está localizada na base da Serra de Alvéolos, nas margens da ribeira da Isna (afluente do Rio Zêzere), a cerca de 7 km da vila de Proença-a-Nova, no distrito de Castelo Branco.

O acesso é bom e feito por estrada alcatroada. Partindo de Proença-a-nova em direcção à Sarzedinha basta seguir as indicações até ao local.

O local é marcado por encostas com vegetação abundante, intercaladas pela ribeira da Isna que alarga o seu caudal numa extensa represa de cerca de 1 km, com corrente constante mesmo nos meses de verão.

Para além da piscina flutuante situada na margem direita da ribeira, existe também um bar com esplanada, casas de banho, posto de primeiros socorros e uma zona para estender a toalha.

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A piscina é vigiada e está localizada numa zona profunda do rio junto do bar e das restantes infraestruturas de apoio. Um pouco mais à frente, nas margens da ribeira, encontramos recantos e zonas com menos profundidade que permitem mergulhos, insufláveis e piqueniques junto a um parque de merendas.

 

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Parece que o local começa a encher lá para as 17h00, portanto se querem usufruir deste paraíso cheguem cedo.

A zona permite também passeios pedestres pelos arredores e ao longo da ribeira, num percurso que preserva alguns elementos da antiguidade do local (uma antiga ponte filipina) e trilhos por entre a natureza que conduzem até aos moinhos e açude da aldeia da Cabrieira (aldeia de xisto).

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Praia e piscina fluvial - Malhadal

 Se não conhecem vale bem a pena dar um saltinho até lá.

Bons mergulhos para todos!

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Praia fluvial do Mosteiro - Uma praia na Aldeia

 

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Praia fluvial do Mosteiro

 

É muito fácil chegar a esta praia, localizada no concelho de Pedrogão Grande, junto da pequena aldeia do Mosteiro que lhe dá o nome.

Saindo de Pedrogão Grande seguimos em direção a Pampilhosa da Serra, passamos por Fontainhas, Troviscais e um pouco mais à frente viramos para a Aldeia do Mosteiro. O acesso é bom assim como a estrada e a sinalética que a acompanha.

Ao contrário da primeira praia aqui respira-se calma e tranquilidade, talvez porque chegámos logo de manhã, pela fresquinha e o recinto ainda estava quase vazio.

Alimentada pelas águas da ribeira da Pêra (que nasce nos pontos mais elevados da Serra da Lousã) a piscina foi construída em pedra de xisto (material da região), formando uma extensa represa onde é possível nadar, alugar uma canoa ou divertir-se num escorrega.

A represa é ladeada por um extenso relvado, onde podem estender as toalhas e por grandes árvores que proporcionam ao local algumas áreas de sombra quando o calor aperta. Não sei como será nos outros dias mas quando lá estivemos a temperatura da água estava muito boa.

A ponte em madeira que atravessa a piscina permite encurtar o caminho para o outro lado do relvado em direção ao bar/restaurante e aos balneários/ wc's.

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 Os espaços verdes, a presença de infraesturas e a zona extensa de água tornam esta praia um local ideal para levar as crianças

 

Para além de uns bons mergulhos podem aproveitar para passear pelos arredores, circundando o recinto da piscina, andar pelas ruas da aldeia do Mosteiro (praticamente desertas) e conhecerem alguns elementos arquitectónicos das antigas infraestruturas que sustentaram, durante séculos, a vida dos habitantes desta aldeia: os moinhos, as levadas e os lagares.

Localizado mesmo abaixo da represa, está um pequeno moinho de rodízio recuperado e no lado oposto junto ao bar/restaurante, o velho lagar de azeite, também ele recuperado, mantém a traça original da sua fachada e serve agora de apoio à praia e restaurante/bar. 

À frente do velho moinho a ribeira segue o seu curso, calmamente por entre as pedras roladas e o verdejante das grandes árvores que a acompanham.

 

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Banhos de água doce na praia do Agroal

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No fim-de-semana passado fomos queimar os últimos cartuchos do mês de Agosto. Depois da costa alentejana e de uns mergulhos salgados resolvemos ir conhecer algumas praias fluviais, contrariando a ideia de que só junto ao mar é que é possível fazer praia.

No geral são locais de lazer, calmos e tranquilos que conciliam a natureza, os passeios pedestres e as paisagens de fazer cortar a respiração com mergulhos refrescantes em espaços repletos de cor e contrastes naturais, onde o verde é a cor que perdomina.

A primeira praia que visitámos foi a praia do Agroal, localizada no rio Nabão (afluente do rio Zêzere), junto à nascente do Agroal, nas freguesias de Freixianda, Ribeira do Fárrio e Formigais, entre os concelhos de Ourém e Tomar, aqui delimitados por este rio.

O acesso é fácil e está sinalizado. Mas para quem não conhece a zona o melhor é usarem o GPS ou o Google Maps… em último caso, ao chegarem a Ourém sigam na direção do IC9 e peçam indicações aos locais, pois por ali todos conhecem a praia do Agroal.

O recinto é constituído por uma piscina fluvial com uma profundidade entre os 0,90 e os 2.70 metros de profundidade, construída junto à nascente do Agroal cujas águas frias são conhecidas pelas suas propriedades terapêuticas, outrora aconselhadas para o tratamento de doenças de estômago, intestinos e pele. O fundo da piscina é em gravilha o que torna as águas claras e cristalinas. A água é corrente e o seu excedente escoa pelo pequeno açude, para o leito do rio Nabão que passa mesmo ao seu lado.

Aqui a água é fria, tão fria que apesar de estarem 30 e muitos graus e o sitio convidar a um mergulho foi muito difícil entrar.

Apesar do rio e do verde que o envolve, a paisagem não é propriamente selvagem. Vê-se bem que a mão humana moldou o local e o transformou em função das suas necessidades.

 

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Ano após ano, a autarquia tem vindo a melhorar o espaço criando infraestruturas de apoio que oferecem algumas comodidades aos visitantes: parque de estacionamento, cafés/restaurante para petiscar ou almoçar, uma pensão para quem quiser pernoitar por aquelas bandas, casas-de-banho com balneário, chuveiros, mesas para piqueniques entre o arvoredo, um deck em madeira onde podemos estender a toalha e nadadores salvadores que vigiam os banhistas.
Quando chegámos o local estava apinhado de pessoas, na sua grande maioria portugueses residentes nos arredores e muitos no estrangeiro, que todos os anos ali retornam.  

 

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A piscina facilmente fica lotada e por isso há quem opte por ficar nas margens do rio, onde são permitidos os insufláveis e as canoas. Em alguns locais as margens foram preenchidas com areia tornando o local mais aprazível, principalmente para as crianças que se divertem a brincar com os seixos do rio e a observar os muitos peixes que por ali andam.

 

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Apesar de ser proibido pescar no rio, havia grupos de pessoas que junto da margem procuravam lagostins de água doce. Procuravam, encontravam, arrancavam-nos à força do seu meio ambiente e depositavam-nos em baldes juntos aos chapéus-de-sol.

Sítios como este merecem ser cuidados, preservados e respeitados no seu conjunto. A fauna e a flora dos locais são necessárias ao equilíbrio e beleza natural dos sítios, sendo essencial que o Homem respeite e ajude a preservar os mesmos, integrando-se na natureza com o mínimo de impacto possível e tomando consciência que lugares mortos, sem natureza são lugares estéreis e inúteis para todos nós.

Desabafos à parte seguimos para Tomar, onde jantámos e passámos a noite para no dia seguinte partirmos à descoberta de outras praias fluviais, mais selvagens e envolvidas na natureza.

Até amanhã!

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Em tons laranja

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 Praia do Meco @2016

 

Terminar o dia assim tem qualquer coisa de mágico.... 

Ficámos por lá à espera que o azul desse lugar ao laranja, à medida que a praia ia aos poucos e poucos ficando vazia.

Todos os dias acontece!

Às vezes estamos, outras vezes não; às vezes paramos para olhar e outras estamos tão distraídos que nos passa ao lado ou não conseguimos ver.

Tenho aprendido que para as coisas boas acontecerem é preciso estarmos receptivos.

 

O maior sunset de sempre é aquele em que estamos presentes.... e nós estávamos lá.

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Ler para emagrecer

Há duas semanas atrás ofereceram-me este livro que devorei em 2 dias.

 

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O título é sugestivo “Elegante em 15 minutos” e se juntar a isto comer para manter a forma….. transforma-se no sonho de qualquer mortal!

Professor de educação física e Personal Trainer, Joe Wicks, ficou conhecido pela sua conta no instagram e os vídeos de 15 segundos no youtube onde foi publicando as suas receitas.

Conhecido em todo o mundo como @thebodycoach defende que para se conseguir um corpo em boa forma não basta cortar nos alimentos calóricos ou fazer dietas rigorosas que na maior parte dos casos trazem carências, originam quebras de energia e desequilíbrios nutricionais.

Para o PT a chave do sucesso está em conciliar os planos de treino com a quantidade de alimentos ingeridos, ajustando as refeições consoante o gasto de energia diário.

O livro apresenta 100 receitas fáceis e rápidas de preparar que devem ser ajustadas ao plano de Treino Intervalado de Alta Intensidade (HIIT) com a duração de menos de 20 minutos por dia.

No final são apresentados os resultados obtidos por pessoas que seguiram o seu programa e fotografias do "Antes e Depois" dos seus seguidores.

O programa garante-nos boa forma e um corpo tonificado. Será?!?

Custa-me acreditar que aquele corpinho tão trabalhado e bem definido se deva só ao tipo de alimentação e aos 15 minutos de exercícios propostos. Mas confesso que fiquei tentada a experimentar o 90 Day SSS Plan (90 Day Shift, Shape and Sustain ) – um programa que propõe uma mudança em 90 dias.

 

Fica a ideia de uma leitura light e descontraída para os longos dias de praia.

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Uma Praia que era deserta e desconhecida a poucos kms de Lisboa

 

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Nem todos os caminhos vão dar à praia do Cavalo ou à praia do Ribeiro do Cavalo, cujo acesso pode ser feito apenas de duas formas: por um trilho terrestre ou por mar.

Chegar a esta praia não é tarefa fácil, sobretudo se optarmos pelo caminho terrestre, mas prometo que no fim vai valer a pena.

Chegados a Sesimbra seguimos na direção do lado poente da vila, onde se situa o Porto de Abrigo.

A partir daqui é seguir de carro pela estrada de terra batida e uns metros mais à frente descer a pé por um trilho difícil e sinuoso, com algumas descidas de inclinação acentuada que terminam no areal.

O caminho não é fácil e requer da parte do caminhante alguma destreza física, resistência e sentido de orientação. São cerca de 30 minutos a andar por um caminho de terra, maioritariamente envolvido por vegetação densa e ladeado por arribas instáveis.

Desaconselho o percurso a pessoas com pouca mobilidade, idosos ou crianças pequenas.

A alternativa ao trilho terrestre é apanhar um barco, mas há também quem chegue à praia de caiaque.

A dificuldade do acesso limita o número de visitantes que mesmo assim, nos últimos anos tem vindo a aumentar. Isto é visto com alguma desconfiança pelos locais e habituais frequentadores desta praia que atribuem aos visitantes a responsabilidade do aumento da poluição na mesma.

Assim que chegamos, logo à entrada encontramos um letreiro que nos diz aquilo que os nossos olhos já constataram “Está numa das praias mais bonitas de Portugal” e se sobreviveu à descida então esqueça por agora o regresso e usufrua deste pequeno paraíso.

 

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O que levar:

- Preparem uma mochila com o essencial, desta forma ficam com as mãos livres para vos ajudar no caminho (principalmente nas descidas).

- Levem água e reservem parte dessa água para o regresso. A praia não tem qualquer tipo de estruturas de apoio e como tal não poderão adquirir nada no local.

- Levem calçado apropriado, uns ténis julgo ser suficiente. Não façam como eu que fui apanhada desprevenida e fui de havaianas.

- Afastem-se das arribas, que são instáveis e nunca se sabe quando pode haver uma derrocada.

- Sigam as pedras marcadas a verde que estão no chão e vos indicam o caminho certo.

- Se possível evitem as horas do calor, uma vez que não há sombras. No caso de irem passar lá o dia levem um chapéu e muito protetor solar.

- Por umas horas, esqueçam os telemóveis, os pokémons, os snapchat e todas as redes sociais, pois aqui raramente vão conseguir rede….. relaxemmmm

- Por último vou escrever o óbvio mas que nunca é demais repetir…. Não deixem lixo na praia e isso inclui as pontas de cigarro…. Lembrem-se que os motivos que vos fizeram ir até esta praia foi precisamente o ser limpa, selvagem e quase virgem…. Contribuam para que se mantenha assim!

 

Respire, mergulhe e usufrua desta pequena maravilha.

 

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E agora o lado negro da coisa:

A curiosidade levou-nos a esta praia. Movidos pelos media e pela enorme publicidade que fizeram à volta dela. Como nós outros tantos e tantos outros foram também até lá. A praia foi perdendo a pureza e a áurea de mistério que a envolviam e faziam dela um lugar tão apetecível, tão especial, capaz de pôr qualquer um a descer a arriba de gatas só para chegar lá abaixo em segurança e poder usufruir daquele paraíso selvagem e quase deserto. Foi assim há uns anos! Agora a realidade é outra.

Apesar da hora tardia a que chegámos ainda havia muita gente por lá. Metade da praia já se encontrava coberta pela sombra do grande rochedo e o sol já não queimava. As temperaturas no entanto mantinham-se amenas e muitas pessoas já estavam de regresso, colina acima num percurso que demora cerca de 30 minutos. Pelo caminho cruzámo-nos com famílias inteiras que esforçadamente carregavam monte acima um conjunto enorme de coisas: chapéus-de-sol, cadeiras, lancheiras, sacos e sacolas, como se estivessem numa praia comum e de fácil acesso. Pais que carregavam ao colo os filhos pequenos e outros que tentavam arduamente manter os miúdos alinhados em fila indiana no trilho estreito e sinuoso. Os miúdos ignoravam as advertências, borrifavam, escapavam e inventavam novos caminhos que faziam resvalar algumas pedras. O pai puxava um, a mãe repreendia outro e a passo de caracol lá iam subindo.

Houve engarrafamento no pequeno trilho….. um verdadeiro engarrafamento!

Ainda não tínhamos chegado à praia e já tínhamos percebido que da pequena praia deserta e desconhecida restava muito pouco.

Apesar dos vários avisos que sinalizam a instabilidade das arribas, vi várias pessoas saírem do trilho e aventurarem-se para as extremidades dos rochedos na ansia frenética e quase psicopata de conseguirem uma foto panorâmica ou uma selfie.

Na praia reparei numa quantidade absurda de beatas espalhadas pelo areal. É inacreditável que isto continue a acontecer e sendo esta praia frequentada maioritariamente por jovens e jovens adultos, cuja formação foi moldada dentro de uma educação virada para a sensibilização ambiental ainda mais injustificável se torna.

O excesso de informação é um pau de dois bicos. Se por um lado nos sentimos todos merecedores destes sítios, por outro lado os factos mostram-nos que nem todos estão à altura deles.

A praia não deixa de ser bonita, as águas não deixam de ser transparentes e verde-esmeralda, no entanto é difícil ficar indiferente a estes pequenos grandes pormenores.

 

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Que bem que se está no campo

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Quer seja para passar um fim-de-semana a dois ou para umas férias em família, o Alentejo continua a ser um dos locais de eleição de muitos lisboetas. Desta vez fomos até à barragem do Alqueva, visitar algumas zonas deste grande lago.

Mas hoje não vos vou falar da região, que por si só merece um post, mas sim de um pequeno turismo rural que encontrámos por acaso, enquanto andávamos à procura de um local simpático para passar a noite: a Horta da Coutada.

A Horta da Coutada é uma ótima opção para quem quer passar um fim-de-semana tranquilo na zona da grande albufeira do Alqueva. Está localizada perto do rio, não é excessivamente caro (existem algumas promoções que é preciso estar atento) e é um local muito giro. Calmo e sossegado, foge aos roteiros turísticos ou mais na moda, o que me agrada.

Em pleno Alentejo interior, situa-se no Ferragudo, na aldeia do Telheiro, a cerca de 900 metros do rio e a 1 Km da carismática vila de Monsaraz, onde se come maravilhosamente e se assiste a um fascinante pôr-do-sol.

O edifício foi reabilitado com os materiais tradicionais (pedra de xisto e cal), mantendo a traça original da arquitetura alentejana, com alguns apontamentos mais modernos.

Possui 3 quartos duplos e 2 suites, com casa de banho, ar condicionado, LCD e wireless. Os preços incluem o pequeno-almoço, acesso à piscina, jardim, horta e pomar biológicos, onde é permitido aos hóspedes apanhar para provar alguns frutos da época como os figos, romãs, peras, laranjas, limões doces, entre outros.

A quinta dispõe ainda de dois apartamentos (T1 e T2).

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O pequeno-almoço pode ser tomado no exterior, no alpendre (com vista sobre o jardim, piscina e pomar) ou na Sala do Jardim (antigo estábulo da quinta, agora restaurado e transformado num espaço interior simpático e acolhedor). Simples, delicioso e composto por produtos caseiros (compotas e bolos) e regionais (pão alentejano, queijos e enchidos), pode ser tomado até às 12h30.

 

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Alpendre  

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Vistas da piscina 

 

Os quartos são todos diferentes entre si e possuem uma decoração rústica e bem cuidada, composta por móveis e artesanato local.

No exterior somos envolvidos pelos cheiros frutados e florais. Passeámos pelo jardim que nos levou até ao pomar, visitámos a horta e a antiga nora e terminámos com um mergulho na piscina de água salgada.

 

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A quinta manteve alguns elementos originais, marcos da sua história e antiguidade, como é uma antiga nora, atualmente desativada.

Há redes e algumas áreas de lounge espalhadas pelo espaço para relaxar, ler um livro ou observar os milhares de estrelas que este céu, longe das luzes e da poluição nos oferece.

 

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A Horta da Coutada foi em tempos a quinta que dava apoio de água e bens alimentares às gentes vizinhas e ao Convento da Orada, localizado a uns escassos metros da mesma. 

 

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 Convento da Orada (séc. XVIII) encontrava-se encerrado e vedado ao público.

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 Entre a quinta da Horta da Coutada e o convento da Orada encontramos este cromoleque, representativo da cultura megalítica desta região

 

Destaca-se por último a disponibilidade e simpatia com que fomos recebidos e que nos fez sentir em casa.

 

Até à próxima!

 

Para mais informações consultem aqui 

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Ai que calor... que calor

A solução para acabar com este calor é mesmo ir até à praia dar um mergulho :)

Opções não faltam...

 

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Praia da Nazaré

 

 

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Ericeira@2016

 

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Somos Campeões

 

marques1.jpgPraça do Marquês de Pombal - Lisboa (madrugada 11/07/2016)

 

Portugal saiu à rua para celebrar a vitória. Uma vitória que também foi de todos aqueles que acreditaram, que sofreram e apoiaram a nossa seleção.

Não percebo nada de futebol e por isso não posso falar das táticas ou técnicas dos nossos jogadores no jogo de ontem, apenas do que vi.

E o que vi foi um jogo limpo (da nossa parte), bastante atribulado e um esforço enorme dos nossos jogadores para manterem o foco e a calma perante atitudes menos corretas do adversário.

O que senti foi para além do jogo! Senti-me parte de um todo, de uma nação onde milhões de pessoas, com a mesma identidade, espalhadas pelo mundo inteiro se uniram pela fé, esperança e a crença que a vitória era nossa….

Unidos por PORTUGAL.

Foi espetacular!

Somos campeões da Europa!

Viva a seleção! Viva Portugal!

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Olá! Criei este espaço para partilhar momentos, fotografias, viagens e locais que vou conhecendo. Todas as fotos publicadas são da autoria do 365dias... espero que gostem!

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