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365 dias

Ler Devagar porque Devagar se vai ao longe

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Esta livraria anda nas bocas do mundo.

Nos últimos anos tem sido referenciada um pouco por todo o lado. Fez parte da lista das 20 livrarias mais bonitas do mundo (Flavorwire), foi destaque no Louis Vuitton European City Guides e apareceu no guia da Taschen do New York Times como um dos 125 locais da Europa a visitar em 36 horas.

Mais recentemente o The Telegraph escolheu as 16 livrarias mais bonitas do mundo e a Ler Devagar, juntamente com a Livraria Lello (no Porto) figuram nessa lista.

Não sei como é que é com vocês mas se há sitio onde gosto de entrar é numa livraria. Então se for uma das mais bonitas do mundo, melhor ainda.

Todo aquele ambiente de livros amontoados em mesas ou arrumados em estantes, o cheiro a papel e o fervilhar de ideias que pairam no ar, fazem-me sempre querer viver cem anos para ter tempo de ler, pelo menos, alguns deles.

Nem sempre entro com o objetivo de comprar. Às vezes vou só mesmo bisbilhotar, ver o que se lê, olhar as novidades, relembrar as antigas e folhear alguns livros.

Apesar de ser uma adepta fervorosa das novas tecnologias, toda a espécie de gadgets, apps e afins, os livros continuam a ter um papel crucial e insubstituível na minha vida. 

Esta semana fui a Lisboa e como estava com tempo passei pela Ler Devagar, na LxFactory.

 

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A Ler Devagar nasceu no Bairro Alto, em 1999.

Em 2009 instalou-se no complexo do Lx Factory, em Alcântara no edifício da antiga gráfica Mirandela (que imprimia jornais como o Expresso, o Público e A Bola), onde se mantém até aos dias de hoje.

O espaço é único e inspirador. 

Do edifício original conservou a sua enorme máquina de impressão que divide o espaço em dois pisos.

No piso de cima existem dois bares/restaurante e uma galeria. É também aí que se encontra a exposição permanente do artista Pietro Prosérpio, responsável pela criação da carismática bicicleta voadora que se encontra suspensa no ar, no centro da sala e que se tornou na imagem de marca do espaço. Se apanharem o artista por lá, não deixem de ouvir as suas histórias.

Com as suas enormes estantes que cobrem as paredes de livros até ao teto, o recinto é constantemente dinamizado com uma vasta programação cultural que abrange concertos, exposições, debates, conferências, workshops, musica, teatro, entre outros.

 

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O ambiente é descontraído. Aqui não há a obrigação de comprar ou de consumir e é comum verem-se portugueses e estrangeiros entrarem no espaço só para o fotografar.

O local por si só, vale a visita, seja para comprar um livro, para conhecer o espaço da livraria, beber um café ou simplesmente sentar-se numa esplanada e absorver o ambiente de um dos sítios mais criativos e cool da cidade de Lisboa – a Lx Factory.

 

Fui me inspirar e pôr a leitura em dia!

E vocês já se inspiraram hoje?

 

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Uma caminhada pelo trilho das Cascatas do Rio Mourão

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Nietzsche dizia que caminhar ajudava a encontrar as ideias e a encontrarmo-nos a nós mesmos.

Verdade ou não uma das resoluções de início de ano foi a de tentar fazer uma caminhada uma vez por semana (no mínimo)... de preferência no meio da natureza.

Este fim de semana não foi exceção e mais uma vez Sintra foi o cenário escolhido.

A caminhada começou junto às cascatas do Rio Mourão em Sintra, estendeu-se pelas suas imediações e durou cerca de 1 hora.

Para quem não conhece, as cascatas estão localizadas no Vale da Ribeira do Mourão (afluente do rio Lizandro), entre as aldeias de Anços e Maceira na freguesia de Montelavar (concelho de Sintra).

Distam 30 km de Cascais e uns 35 km de Lisboa. Para lá chegar basta seguir a estrada que liga Pêro Pinheiro a Negrais, virar para a aldeia de Anços e na rua principal procurar a sinalização indicativa de cascatas, escrita numa pedra.

A partir daqui, depois de estacionar o carro, é só seguir as indicações dos trilhos pedestres.

 

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Por trilhos de terra batida, bem definidos e propositadamente preparados para o efeito, descemos até ao Vale do Rio Mourão.

O piso é bom embora, por vezes, haja alguns troços mais irregulares que podem dificultar o percurso a crianças muito pequenas e pessoas com mobilidade reduzida.

Na área envolvente à cascata encontrámos algumas ruínas de azenhas e restos de mós, representantes genuínos da antiga atividade do local.

Ao chegar lá abaixo somos surpreendidos por um cenário idílico que nunca esperámos encontrar aqui tão perto, mesmo às portas de Lisboa.

 

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O local é maravilhoso.

O verde é a cor dominante e ao fundo no alto do rochedo surge a cascata.

Rodeada de vegetação exuberante a cascata forma à sua frente uma pequena lagoa onde, sob os olhares atentos dos pais, algumas crianças brincam.

 

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Ficámos por ali a ouvir a água cair e a aproveitar o silêncio da hora.

Até que o cenário se transformou em palco de mergulhos, piqueniques improvisados e muitas brincadeiras.

Estava na hora de continuar. Seguimos caminho junto ao rio acompanhados pelo som da água, as cores dos lírios e a presença das pequenas rãs que volta e meia atravessavam o nosso caminho.

 

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O local não é propriamente desconhecido portanto se quiserem usufruir de alguma calma evitem os fins-de-semana.

Levem água, calçado confortável e fato de banho para dar uns mergulhos.

Como curiosidade: o local serviu de cenário ao genérico da novela da TVI “Jardins Proibidos” e a uma das cenas da novela “O Beijo do Escorpião”.

 

Boas caminhadas!

 

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Sobre o amor e a vida

PDS3S.jpgPraia do Guincho 18/04/2017

 

 

Começámos há um ano, com um passeio na serra de sintra.

Entre silêncios e planos traçados para um futuro que nos distanciou e nunca se planeou tão curto.

Acabámos numa encruzilhada de emoções, num jogo de palavras e mal entendidos

Que me mostrou toda a fragilidade que tinha em mim.

O trilho traçado desvaneceu-se com as águas da chuva do inverno rigoroso e eu perdi-te o rasto.

Regressei ao sul, onde a minha alma ficou esquecida e voltei a erguer as muralhas onde me escondia.

Assim foi o nosso amor.

 

 

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O Jardim da Paz - Bacalhôa Budha Eden

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Ommmmmmm Ommmmm ... fecho os olhos, encosto ligeiramente a cabeça para trás enquanto me concentro na respiração e no silêncio intercalado pelo sons que me rodeiam...

 

... e depois de muitos oms, meditações, muitas caminhadas e alguma dose de introspeção volto ao blog em modo Zen.

Para isso nada melhor do que começar por um jardim onde a paz e a tranquilidade são os dois elementos principais.

Falo-vos do Bacalhôa Budha Eden também conhecido pelo “Jardim da paz”.

Considerado o maior jardim Oriental da Europa, está situado na Quinta dos Loridos, a 2 km do Bombarral e a 70 kms de Lisboa.

Com aproximadamente 35 hectares, o jardim está em permanente construção, sendo por isso considerado uma obra inacabada, pelo menos até 2020, altura prevista para a conclusão do projeto. Portanto não se admirem se a descrição da minha visita não for totalmente igual ao que vão encontrar ou mesmo ao que já encontraram.

Na base deste projecto esteve a ideia de criar um espaço simbólico de homenagem e reconciliação, aberto a todos (independentemente das escolhas individuais de cada um) onde as várias religiões do mundo pudessem estar lado a lado pacificamente numa atitude de respeito pela diversidade cultural e espiritual do Ser Humano.

Da autoria do colecionador de arte e empresário Joe Berardo, surgiu como uma resposta à destruição dos Budas Gigantes, ocorrida em 2001 no Afeganistão, por parte de grupos fundamentalistas talibãs.

Num abrir e fechar de olhos, o mundo viu desaparecer um conjunto de obras-primas e monumentos únicos do período tardio da Arte Gandhara, que constituiu uma enorme e irreparável perda para o património cultural e espiritual da Humanidade.

 

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Para começar e assim que entramos somos surpreendidos pelas estátuas gigantes dos Budha dourados localizados junto à escadaria central que em tom de boas vindas nos convidam a visitar o espaço.

 

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As visitas podem ser feitas num comboio ou a pé.

Caso não tenham nenhum constrangimento físico, aconselho o passeio a pé onde podem descobrir todos os recantos do espaço, explorar as áreas, observar a natureza de perto e deixarem-se envolver pela tranquilidade do ambiente.

 

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Enquanto percorremos o jardim podemos observar as estátuas gigantes de Budha, os pagodes e cerca de 700 soldados de terracota em tamanho real, pintados à mão, bem como muitas outras esculturas de arte contemporânea. De vários artistas, tamanhos e materiais surgem no meio da vegetação exótica e constituem uma autêntica galeria a céu aberto.

 

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O ideal será visitar o jardim durante a semana quando está mais vazio e se possível - e porque não?!? - aproveitar alguns dos seus nichos para fazer meditação. Vale a pena sentir o ambiente e absorver as energias deste espaço.

No lago central existe um pequeno coreto localizado numa península, de onde podem ter uma vista alargada do jardim, observar os peixes KOI e os dragões esculpidos que emergem das suas águas.

 

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Seja qual for a crença ou convicção religiosa de quem o visita é um passeio muito giro para se fazer em família e com crianças. A grandiosidade e diversidade das estátuas espalhadas pelo jardim não vai deixar ninguem indiferente e podem sempre aproveitar para introduzir alguns temas e assuntos de cariz espiritual/cultural junto dos mais novos.

 

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O espaço possui um restaurante e um café de apoio para almoçar ou comer qualquer coisa. Se forem adeptos dos piqueniques existe um parque de merendas muito próximo, no santuário do Bom Jesus do Carvalhal.

Existe ainda uma loja com venda e prova de vinhos provenientes da quinta. A prova de vinhos só será possível mediante marcação prévia.

Não são permitidos animais com exceção de cães que devem ir de trela ou peitoral e devidamente identificados.

A entrada é paga, o estacionamento gratuito e o jardim está aberto ao público todos os dias entre as 9h30 e as 18h30. Encerra dia 01 de Janeiro e 25 de Dezembro.

Para informações de preços e horários atualizados consultem o site aqui . 

 

Passem por lá e depois digam-me se é ou não é um jardim muito zen!

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Lisboa a preto e branco

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Gosto dos nossos passeios longos e demorados onde perdemos as horas.

Das conversas sem pressas, dos olhares alternativos e perspetivas diferentes.

Gosto de ti por me mostrares o mundo da forma como o sentes.

De me mostrares outras perspetivas daquilo que eu vejo e sinto e me fazeres perceber que posso ir sempre mais além.

Gosto quando sais em viagem e espero que me tragas o mundo no teu olhar.

Gosto das cores com que pintas a vida e as nuances que dás ao monocromático.

Tens cor mesmo em dias cinzentos, mesmo quando a tua lente é a preto e branco.

 

 

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Uma lagoa na praia do Guincho

 

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Hoje de manhã ao passar pela praia do Guincho deparei-me com uma paisagem diferente daquela que é habitual.

No meio das dunas estava uma lagoa que submergiam parte dos passadiços de madeira que nos levam até à praia grande.

A natureza é incrível! Parece que as chuvas dos últimos dias juntamente com o crescimento das dunas levou à acumulação de água formando uma espécie de bacia.

Se a paisagem já era linda o contraste criado agora pelo azul do lago, do mar e o verde da serra fazem parecer um cenário de um filme.

 

Ficam as imagens :)

 

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Dizem que é Outono e o Inverno está mesmo aí à porta com o Natal. Mas eu andei de camisa e sem casaco a tirar estas fotografias enquanto o carro indicava que estavam 21º ao sol.

Ao final do dia voltei lá de bicicleta só para poder ver e sentir este pôr-do-Sol.

 

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Desafio da alimentação

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Mais sobre esta salada aqui 

 

 

Fui desafiada pelo João do blog João Freitas Farinha - Fotografia para responder a algumas perguntas sobre a minha alimentação.

E porque os olhos também comem não podia ficar indiferente a este desafio aproveitando para fazer um rewind de alguns post que tenho publicado aqui no blog.

Obrigada pelo convite 

 

 

O que costumas comer no dia-a-dia?

Com exceção da carne como tudo…. Tudo o que gosto.

Há quem diga que sou um autêntico gafanhoto …. Muito mau, eu sei! 

 

Preferes doce ou salgado?

Salgado sem qualquer sombra de dúvida.

 

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 Pequeno almoço energético. Saibam mais aqui

 

 

E quanto a dieta, preocupas-te com isso ou comes sem pensar no amanhã?

Depende….. se me colocarem à frente uma coisa que realmente goste o “amanhã não existe”.

O lado positivo é que no geral gosto de coisas saudáveis e tenho uma alimentação equilibrada muito à base de legumes e frutas, sem grandes excessos o que me permite algumas extravagâncias que são rapidamente compensadas e minimizadas pelo dia-a-dia.

Enquanto uns se babam por uma fatia de bolo eu sou aquele nerd que está a olhar para a fatia de melão, manga ou morangos e a pensar “que maravilha!”

 

Qual é a tua comida e sobremesa favorita?

Adoro couve-flor gratinada, legumes estufados, salteados ou assados. Adoro castanhas assadas, peixe grelhado (preferencialmente consumido em frente ao mar num dia de verão), caril de legumes bem apurado e picante, risotto de alho francês e queijos, muitos queijos.

Não sou de grandes sobremesas e por isso tenho alguma dificuldade em nomear uma…. Mas adoro fruta que como a toda a hora.

 

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 Vejam a receita aqui

 

 

O que é que odeias comer, mas comes porque precisas?

Não como nada que não goste….. nunca comi cabrito, borrego, pato, coelho, almondegas e por aí fora (estava aqui até amanhã) nem em criança 

A minha mãe obrigava-me a beber leite com chocolate frio ao lanche na praia e dizia-me que se não bebesse não crescia entre outras coisas tipo ou bebes isso já ou blá blá blá e eu debaixo de fogo lá bebia….. ainda hoje não suporto leite com chocolate frio (na praia) lol…. Mas adoro leite com chocolate quente….. paradoxos do universo feminino …. Vá-se lá entender ;)

Também não gosto de fritos (principalmente do cheiro).

Quando não gosto não como mesmo e não se fala mais no assunto.

 

Quanto pesas? Querias pesar mais ou menos? Estás satisfeita com o teu peso? 

Peso 57 kg… acho eu…. Pelo menos era o que eu pesava da última vez que subi a uma balança, há uns 6 meses atrás…. Não ligo muito à balança e vou gerindo a coisa mediante os meus níveis de energia…. Sei que se emagrecer muito começo a ficar cansada e se engordar para além do que é normal começo a ficar desconfortável.

Portanto essa é a minha tabela.

O meu peso ideal? Não tenho… mas tento manter-me na casa dos 56 kg mais coisa menos coisa.

 

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Qual a fruta favorita?

Se é fruta então já é favorita.

Estão a ver a relação que tenho com a carne?

Pois com a fruta é o oposto. Não há fruta que tenha provado e não tenha gostado.

Tento comer a fruta da época …. É mais barata, está dentro do tempo dela, é mais saborosa e acredito que nos fornece o que precisamos no momento. A natureza é sabia! 

Tenho sempre à mão uma peça de fruta, principalmente maçãs (preferencialmente reinetas que como ao natural, assadas, cozidas, fatiadas ou em puré sempre com muita canela à mistura).

 

Comes ou gostas de verduras e legumes?

Gosto de tudo o que seja verduras e legumes. 

Na minha lógica os legumes não são o acompanhamento mas o prato principal e é por essas e por outras que sou muitas vezes afastada da cozinha (he he he).

Às vezes lancho cenouras …. no local de trabalho… é TOP bem sei 

 

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Quantas refeições fazes diariamente?

Não faço a mínima ideia.

O gafanhoto passa o dia a comer …. Basicamente

Nem lhe chamo refeições…. Tirando o almoço e o jantar….

Ahhh e não saio de casa sem levar reforços… mesmo que tenha acabado de comer….

Sempre coisas light…. maçãs, frutos secos, iogurtes, bananas sempre no plural e companheiros da vida.

 

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Um dos meus pequenos almoços preferidos. Vejam a receita aqui e aqui

 

 

O que  gostarias de comer, mas o teu consciente não permite?

Queijos, queijos e mais queijos!!!

Mas não me refiro aos queijos frescos ou requeijão que também gosto.

São mesmo aqueles queijos tipo serra da estrela, azeitão, roquefort, brie que fazem disparar os nossos níveis de colesterol.

Como mas confesso que é difícil me controlar.

 

Batatas fritas de pacote….. são o meu calcanhar de aquiles…. se abro o pacote só fico satisfeita quando vejo o fim, mesmo que isso signifique ficar enjoada durante umas boas horas.

Deixei de comprar e ter em casa. No supermercado faço de conta que este corredor não existe.

 

E para finalizar até porque já são horas do almoço vou desafiar o blog The Travellight World e o blog da mami para darem continuidade ao desafio.

 

 

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10 Coisas para fazer em Ibiza

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Passamos 7 dias maravilhosos em Ibiza.

Fomos sem planos e sem grandes expectativas e viemos de lá encantados com a ilha.

Passeámos muito, conhecemos praias absolutamente maravilhosas, relaxámos ao pôr-do-sol, saímos à noite, fomos até Formentera e comemos muito.

Deixo-vos agora 10 coisas (obrigatórias) para fazerem em Ibiza. Há muito mais, mas estas foram as nossas escolhas.

 

 

1. Explorar as praias de Ibiza

 

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A primeira dica que vos deixo é para alugarem um carro. Isto é absolutamente necessário se querem conhecer a ilha.

São mais de 60 praias em tons de azul-turquesa e verde-esmeralda que esperam por vocês.

As praias mais bonitas ficam longe dos principais centros e sem carro correm o risco de ficarem presos a um lugar ou dependentes de terceiros. Se optarem por se deslocarem de táxi vai sair bastante caro.

Na época alta existe uma rede de transportes que faz alguns circuitos pelas praias mas que não chega aos lugares mais interessantes da ilha.

Se possível fujam das praias mais próximas dos grandes centros, sempre demasiado cheias e mais modificadas pelo turismo em massa.

Explorem a ilha e façam uma lista das vossas praias preferidas. No meu top três estão a Cala Benirras, Platges de Comte e Cala Saladeta.

 

 

2. Visitar os mercados e feiras

 

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A cultura hippie está muito presente em toda a ilha e representada nas feiras e mercados espalhados um pouco por todo o lado.

Vão encontrar por toda a ilha muitas feiras e mercadinhos hippies onde se vende um artesanato hand made, composto por roupas, bijuteria, instrumentos musicais, discos, peças de decoração, pinturas, livros, incensos, bugigangas e uma grande variedade de quinquilharias muitas vezes produzidas no local com materiais que por ali andam.

Estes mercados são também palco de concertos e atividades culturais ao ar livre.

Os mais conhecidos são o de Es Caná e Las Dalias.

Las Dalias é o mercado mais hippie da ilha. Visitámo-lo assim que chegámos e fomos de imediato contagiados pelo espírito de cor e alegria que se vive na ilha.

Está situado em San Carlos, no norte da ilha e está aberto todos os sábados entre as 10h00 e as 20h00. Durante o verão o horário é estendido aos domingos, segundas e terças.

Se gostam de compras então não percam. Aqui encontram de tudo um pouco, desde roupas em segunda mão, a artesanato, bijuteria e toda a espécie de bugigangas.

Podem consultar toda a informação aqui e organizarem a vossa visita. 

 

 

3. Passar um dia em Formentera

 

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Formentera é passagem obrigatória para quem visita Ibiza.

Este pequeno paraíso está situado a uns escassos 30 minutos de barco e o acesso é feito de ferry-boat que se apanha no porto de Ibiza.

Só tivemos um dia em Formentera e foi com pena que deixámos a pequena ilha para apanhar o barco de regresso a Ibiza. Por isso se puderem fiquem por lá dois ou até mais dias para conhecerem e usufruírem deste paraíso.

A ilha é muito pequena e plana e pode ser percorrida de mota, bicicleta, moto4 ou carro.

Não deixem de visitar a Playa de Lês Ilhetas que é considerada a mais bonita da ilha.

 

 

4. Assistir ao Pôr-do-sol

 

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As Sunset’s Parties são um dos muitos cartões de visita de Ibiza. A ilha oferece vistas deslumbrantes de onde se pode observar o pôr-de-sol, mas deixo-vos aqui três experiências inesquecíveis:

 

- Em Sant Antony

Um pôr-do-sol em modo festivo e bastante animado. Ideal para quem quer continuar pela noite dentro.

O lugar mais frequentado é o passeio marítimo onde se concentra uma grande quantidade de cafés/ bares e restaurantes virados para o mar, de onde podem assistir confortavelmente ao pôr-do-sol ao som das últimas tendências musicais, ditadas pelos locais da moda.

É aqui que nos meses de verão centenas de pessoas de todas as idades e várias nacionalidades se reúnem para assistir e aplaudir o pôr-do-sol.

Sim! Aplaudir…. Quando o sol desaparece no horizonte surgem os aplausos à natureza e dá-se então início ao frenesim da noite.

O ambiente é vibrante, cheio de cor e muito animado mas o sunset é cobrado ao preço de ouro mediante uma placa informativa de consumo mínimo obrigatório para quem quer ocupar a esplanada e assistir sentado ao espetáculo. Pelo que muitos optam por ficar fora do recinto das esplanadas, de copo na mão, a abanar o corpo nas grandes lajes rochosas que se estendem até ao mar.

Lado a lado estão os famosos Café Mambo e Café del Mar outros dois bons motivos para irem até lá assistirem àquele que dizem ser o pôr-do-sol mais bonito do mundo.

 

- Na cala Benirras

Localizada no norte da ilha, em San Miguel, esta praia é absolutamente maravilhosa e foi das poucas que repetimos.

Aos domingos, durante os meses de verão, o sunset é acompanhado por sons de tambores e batuques.

Ambiente hippie, muito alternativo. É mágico!

 

- No café Sunset Ashram

Outro spot fabuloso para assistirem ao pôr-do-sol. É um local meio hippie e alternativo com uma energia muito positiva.

Já vos falei deste restaurante e das praias que o rodeiam aqui.

Sugiro irem no final do dia e ficarem por lá até ao pôr-do-sol. Escolham um dos muitos cocktails da sua lista e aproveitem este espetáculo maravilhoso num dos locais mais charmosos da ilha.

 

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5. Passear pela cidade antiga Dalt Villa

 

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O Dalt Villa é o bairro que se encontra dentro da fortaleza medieval e que constitui o centro histórico ou a parte antiga de Ibiza.

Percorram as ruas estreitas e labirínticas da cidade velha (Dalt Villa), ladeadas pelo típico casario branco das cidades mediterrânicas e subam até ao castelo de onde vão ter uma das melhores vistas da cidade, do porto e de Formentera.

Em 1999 a UNESCO classificou o recinto amuralhado de Dalt Villa como Património da Humanidade por considerar a fortaleza costeira como uma das mais bem conservadas do mediterrâneo. Esta classificação abrangeu ainda os bairros extramuros Sa Penya, Es Soto e o bairro de pescadores de la Marina.

Se gostam de compras vão encontrar imensas lojas de souvenirs, vestuário, calçado, decoração (entre outras) com peças diferentes e originais.

Percam-se nos muitos cantos e recantos onde se podem sentar e provar a gastronomia típica do local.

 

 

6. Experimentar a gastronomia do local

 

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A gastronomia de Ibiza é marcada pela proximidade do mar e pelo cultivo de produtos hortícolas nas hortas do seu interior.

Entre os pratos mais populares da região encontramos uma grande variedade de peixes e mariscos, o guisado de peixe, as paellas, o arroz de matanzas, o flaó, o Greixonera, as Orelletes, o licor de hierbas, entre muitos outros.

Trouxemos uma garrafa de licor de ervas que é uma excelente forma de recordar a viagem.

Na maior parte dos dias optámos por consumir peixes e mariscos locais. Experimentámos a paella feita com ingredientes frescos e provámos o Flaó, a Greixonera e as Orelletes numa pastelaria com fabrico próprio no centro de Ibiza que nos foi indicada por alguém na rua (infelizmente não fixei o nome).

O flaó é um doce típico de Ibiza e Formentera feito à base de queijo (cabra e ovelha), ovos e hortelã. A Greixonera é um pudim preparado à base de ovos, leite e galletas e as Orelletes têm na sua base os ovos, a farinha, o licor de anis, o açúcar e o azeite.

Não deixem de provar!

 

7. Sair à noite

 

A noite de Ibiza é conhecida em todo o mundo e considerada uma das melhores pela sua excentricidade e originalidade.

Mesmo que não sejam notívagos e não gostem de confusão reservem uma noite para conhecer um dos famosos clubes e discotecas da ilha: O Space, Pacha, Privilege Ibiza, Amnesia, Eden, El Divino, Café del Mar ou Es Paradis.

Os dois grandes centros da vida noturna são a cidade de Ibiza e Sant Antoni de Portmany.

A vida noturna atraí à ilha milhares de pessoas vindas de todo o mundo. O Verão começa em Junho e termina em Setembro, sendo que os meses mais agitados são os Julho e Agosto.

 

8. Fazer Snorkeling

 

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Para além de roupas leves, fatos de banhos, chapéus e protetor solar, não se esqueçam de levar o material para fazer snorkeling. As calas ou enseadas em português de água cristalina oferecem boas condições para a pratica desportiva apesar da fauna não ser abundante.

 

 

9. Alugar um barco ou caiaque e ter uma perspetiva diferente da ilha

 

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Há inúmeras empresas que oferecem estes serviços. Basta perguntarem junto do vosso hotel ou pesquisarem na net que vão encontrar muitas opções. Há passeios de um dia inteiro, de meio-dia ou apenas de algumas horas ao fim do dia para admirar o pôr-do-sol.

Uma experiência completamente diferente que vos vai dar outra perspetiva da ilha.

E se o alugar um barco não está ao alcance de todos os bolsos, existe sempre a opção de alugar um caiaque e fazer alguns passeios nestas águas cristalinas.

 

 

10. Explorar a riqueza cultural de Ibiza

 

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 A Catedral de Ibiza também conhecida por catedral Nossa Senhora das Neves. Localizada no alto de Dalt Villa (a cidade alta), foi construída no século XIV e remodelada no século XVIII em estilo barroco.

 

A lista é longa e exaustiva visto que a par das praias e das festas noturnas, Ibiza oferece uma grande riqueza cultural que lhe valeu em 1999 o título de Património da Humanidade. Percorram os povoados e vão descobrir um sem número de igrejas, museus e um vasto património histórico-cultural que vale a pena conhecer.

Deixo-vos alguns exemplos:

Caverna de Can Marçà - Conjunto de grutas subterrâneas com mais de 100 mil anos, localizadas no norte da ilha, em Port de Sant Miguel, numa escarpa junto ao mar. As visitas são pagas e funcionam o ano inteiro.

Jazigo fenício da Sa Caleta em Sant Josep de Sa Talaia – povoação fenícia que remonta ao séc. VIII a.C.

Necrópole de Puig Molins – datada do século VII a.C. é uma necrópole fenícia de grande extensão e em bom estado de conservação.

Torres de defesa construídas em locais estratégicos, com o objetivo de criar uma linha costeira defensiva. Datam do século XVIII e ainda existem 9 torres.

Igreja de Es Puig de Missa – Igreja do séc. XVII, localizada na aldeia de Santa Eulália.

 

 :)

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Retratos de Lisboa

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Aqui e além em Lisboa – quando vamos
Com pressa ou distraídos pelas ruas
Ao virar da esquina de súbito avistamos
Irisado o Tejo:
Então se tornam
Leve o nosso corpo e a alma alada

 

 

 

A foto é nossa as palavras são da Sophia de Mello Breyner Andresen (1994), in Obra Poética

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Ibiza - A ilha que não dorme

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Praia Cala Benirras - Localizada no noroeste da ilha, está a 10 minutos de carro de san Miguel. A praia é pequena e está cercada de colinas com arvoredo. Ao fundo junto às rochas podem ver os típicos casarios dos pescadores presentes na grande maioria das praias da ilha. Aos domingos tem um sunset com tambores e batuques.

 

A ideia inicial era irmos até Menorca e Ibiza era um destino que não estava na nossa lista. 

Como foi tudo decidido em cima da hora, quando fomos ver, os preços já estavam altíssimos e não havia lugar para as datas que queriamos.

Optámos então por Ibiza e tivemos a sorte de apanhar uma promoção.

Para além do preço o que determinou a nossa escolha foi a belissima Formentera uma pequena ilha a 30 minutos de Ibiza, com praias fabulosas e um mar azul turquesa.

A verdade é que sempre que pensava em Ibiza vinham-me à cabeça as festas loucas até ao amanhecer, as enchentes de turistas que nos meses de verão agitam as ruas e invadem as praias e todo um palco de vaidades composto por iates e veleiros de celebridades que nos últimos anos têm escolhido esta ilha como local para passar umas férias descontraídas e animadas.

Talvez por isso, durante muito tempo não tenha tido grande curiosidade em ir até lá. 

Com esta viagem descobri que a ilha também oferece tranquilidade a quem a visita, nas suas muitas praias e enseadas banhadas por águas cristalinas em tons azul turquesa, onde o calor é constante e as águas mornas convidam a mergulhos. Um refúgio para uma fuga romântica ou umas férias em família.

 

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Platges de Comte - Este é daqueles sitios maravilhosos que na época alta deve estar apinhado de gente. Nós tivemos a sorte de apanhar pouca gente e um dia de sol fantástico. Se quiserem ver o por do sol é aqui que o devem fazer apesar do mitico pôr do sol do Café del Mar que não achei nada de especial.      

 

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Vale a pena afastarmo-nos da capital da ilha e ir à procura de lugares como a Playa Cala Saladeta, localizada perto de Sant Antoni de Portmany. Esta é uma das praias mais bonitas de Ibiza. O acesso não é dos mais faceis pois é preciso andar entre as rochas. A caminhada é recompensada com um mergulho nestas águas. O fundo é de areia e as águas cristalinas e azul turquesa. 

 

Ibiza faz parte do arquipélago das Baleares, constituído pelas ilhas Maiorca, Menorca, Cabrera e Formentera, esta última a mais pequena das ilhas habitadas, situada a 30 minutos de barco de Ibiza.

As baleares são uma das regiões autónomas de Espanha e um dos principais destinos turísticos deste país, atraindo visitantes vindos um pouco de toda a parte: alemães, italianos, portugueses, franceses e muitos espanhóis. Só para terem uma ideia cerca de 90% da ocupação do nosso hotel eram ingleses.

Por aqui fala-se o catalão e o castelhano e a sua maior cidade tem o nome da ilha, Ibiza ou em catalão Eivissa.

 

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Não deixem de visitar a cidade de Ibiza. Subam até ao castelo onde conseguem as melhores vistas da cidade e percorram as ruas estreitas e labirínticas da cidade velha (Dalt Vila), ladeadas pelo típico casario branco das cidades mediterrânicas. Por fim, sentem-se numa esplanada e respirem todo o ambiente de vida e festa que esta cidade transmite.

 

 

O duo Ibiza/ Formentera é designado por ilhas Pitiúsas e foi precisamente esta dupla que nos fez viajar até lá. É no porto de Ibiza que se apanha o ferry boat que em pouco mais de meia hora nos coloca na ilha de Formentera outro paraíso a conhecer e sobre a qual escreverei mais tarde.

De lisboa a Ibiza são cerca de hora e meia de avião. Os voos são diretos e a melhor altura para visitarem estas ilhas é Junho e Setembro já que nos meses de Julho e Agosto o turismo aumenta brutalmente. Nós fomos em Setembro quando o tempo ainda estava quente e o número de pessoas já tinha diminuído muito.

Para além da praia e da vida noturna esta ilha possui uma grande riqueza cultural e muitos vestígios arqueológicos desde a época fenícia-cartaginesa, o que lhe valeu a classificação de Património da Humanidade pela UNESCO em 1999.

 

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Vista da cidade obtida do castelo - o centro da cidade é paragem obrigatória para quem gosta de compras. Aqui para além do comércio local encontramos imensas lojas de souvenirs, roupa, restaurantes, bares discotecas.

 

Não vos vou falar do hotel onde ficámos, até porque a escolha vai depender muito do estilo e do bolso de cada um.

Nós ficámos num 4 estrelas normalíssimo, sem grandes luxos, com piscina que nunca usámos, algures no ponto mais noroeste da ilha. A ideia foi sempre arranjar um lugar que servisse apenas para dormir, tomar o pequeno-almoço e seguir viagem. Conhecer o máximo de praias possíveis e descobrir os recantos da sua costa recortada.

O que importa ressalvar aqui é a localização do hotel. É neste lado da ilha, mais distante da capital que encontramos as praias menos movimentadas e na minha opinião as mais bonitas. A partir daqui percorremos a ilha de carro e conhecemos todas as praias que nos foi possível alcançar por este meio (visto que algumas delas só se consegue mesmo por barco).

No que toca às praias as opções são tantas que se torna difícil escolher uma ou eleger a melhor, principalmente porque isso varia muito de acordo com o gosto de cada um. Eu por exemplo prefiro praias mais selvagens, com menos gente e pouco turísticas (gosto de esticar a toalha na areia e dispenso as cadeiras e chapéus que na maior parte dos casos roubam espaço à praia e dão-lhe um ar mais artifícial).

A variedade é muita. Desde pequenas enseadas encaixadas entre montes (algumas delas de difícil acesso e outras só possível alcançar através de barco), a praias com extenso e fino areal. Comum a todas elas são as águas claras, azul-turquesa de temperatura amena.

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Platges de Comte - está localizada no lado Oeste da ilha a cerca de 15 minutos de carro de Sant Antoni. É daqueles lugares que parecem tirados de um filme. Ao vivo e sem photoshop as águas são mesmo azul-turquesa, transparentes, com fundo em areia e pouco profundas o que a torna um local seguro para as crianças. É um local idílico que na época alta concentra muita gente tornando o espaço menos atrativo. A área divide-se em vários espaços e é composto por duas praias principais com areia e zonas rochosas ao nível do mar onde é possível estender a toalha. É um optimo local para quem gosta de fazer snorkeling.

 

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Sunset Ashram - Parece que é um dos bares mais famosos da ilha mas nós só conseguimos lá chegar através do GPS. Está situado entre as duas praias principais de Cala Comte. O restaurante/ bar sunset ashram tem vistas panorâmicas do exterior e foi construído de forma a se misturar com as rochas onde assenta. O ambiente é descontraído, serve pratos de cozinha indiana e mediterrânea e é um dos melhores sítios para assistirem ao pôr-do-sol. 

 

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Outro recanto maravilhoso que vale a pena descobrir - a Cala d'en Serra. Está localizada no norte da ilha, no município de Sant Joan. É uma pequena baía cercada por falésias íngremes cobertas de vegetação. Neste dia o tempo estava mais nublado mas a água é cristalina e azul turquesa. Foi considerada uma das melhores praias da Europa.

 

A vida noturna é outra atração da ilha e há mesmo quem afirme que a ilha não dorme. E é mesmo verdade!

A noite de Ibiza é conhecida em todo o mundo e considerada uma das melhores, pela sua excentricidade e ambiente alternativo. Se o que procuram é diversão, glamour, locais de moda e estar a par das últimas tendências musicais então estão no sítio certo.

Os dois grandes centros da vida noturna são a cidade de Ibiza e Sant Antoni de Portmany onde dizem que se assiste ao pôr-do-sol mais bonito do mundo, ao som das últimas tendências musicais no famoso Café del Mar.

 

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O famoso pôr-do-sol no Café del Mar em Sant Antoni de Portmany

 

Quer sejam notívagos ou não, reservem uma noite para conhecer pelo menos um dos mais famosos clubes e discotecas: O Space, Pacha, Privilege Ibiza, Amnesia, DC10, El Divino, Café del Mar ou Es Paradis.

Escusado será dizer que regressei a casa completamente apaixonada pela ilha.

O melhor conselho que vos posso dar é: aluguem um carro (isto é obrigatório), percam as horas e explorem a ilha o máximo que conseguirem. Vão ver que não se vão arrepender.

Dancem, divirtam-se e não se esqueçam “What happens in Ibiza stays in Ibiza”…. Ou será em Las vegas?!? ;)

 

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Olá! Criei este espaço para partilhar momentos, fotografias, viagens e locais que vou conhecendo. Todas as fotos publicadas são da autoria do 365dias... espero que gostem!

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