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365 dias

Retratos de Lisboa

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Aqui e além em Lisboa – quando vamos
Com pressa ou distraídos pelas ruas
Ao virar da esquina de súbito avistamos
Irisado o Tejo:
Então se tornam
Leve o nosso corpo e a alma alada

 

 

 

A foto é nossa as palavras são da Sophia de Mello Breyner Andresen (1994), in Obra Poética

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Ibiza - A ilha que não dorme

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Praia Cala Benirras - Localizada no noroeste da ilha, está a 10 minutos de carro de san Miguel. A praia é pequena e está cercada de colinas com arvoredo. Ao fundo junto às rochas podem ver os típicos casarios dos pescadores presentes na grande maioria das praias da ilha. Aos domingos tem um sunset com tambores e batuques.

 

A ideia inicial era irmos até Menorca e Ibiza era um destino que não estava na nossa lista. 

Como foi tudo decidido em cima da hora, quando fomos ver, os preços já estavam altíssimos e não havia lugar para as datas que queriamos.

Optámos então por Ibiza e tivemos a sorte de apanhar uma promoção.

Para além do preço o que determinou a nossa escolha foi a belissima Formentera uma pequena ilha a 30 minutos de Ibiza, com praias fabulosas e um mar azul turquesa.

A verdade é que sempre que pensava em Ibiza vinham-me à cabeça as festas loucas até ao amanhecer, as enchentes de turistas que nos meses de verão agitam as ruas e invadem as praias e todo um palco de vaidades composto por iates e veleiros de celebridades que nos últimos anos têm escolhido esta ilha como local para passar umas férias descontraídas e animadas.

Talvez por isso, durante muito tempo não tenha tido grande curiosidade em ir até lá. 

Com esta viagem descobri que a ilha também oferece tranquilidade a quem a visita, nas suas muitas praias e enseadas banhadas por águas cristalinas em tons azul turquesa, onde o calor é constante e as águas mornas convidam a mergulhos. Um refúgio para uma fuga romântica ou umas férias em família.

 

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Platges de Comte - Este é daqueles sitios maravilhosos que na época alta deve estar apinhado de gente. Nós tivemos a sorte de apanhar pouca gente e um dia de sol fantástico. Se quiserem ver o por do sol é aqui que o devem fazer apesar do mitico pôr do sol do Café del Mar que não achei nada de especial.      

 

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Vale a pena afastarmo-nos da capital da ilha e ir à procura de lugares como a Playa Cala Saladeta, localizada perto de Sant Antoni de Portmany. Esta é uma das praias mais bonitas de Ibiza. O acesso não é dos mais faceis pois é preciso andar entre as rochas. A caminhada é recompensada com um mergulho nestas águas. O fundo é de areia e as águas cristalinas e azul turquesa. 

 

Ibiza faz parte do arquipélago das Baleares, constituído pelas ilhas Maiorca, Menorca, Cabrera e Formentera, esta última a mais pequena das ilhas habitadas, situada a 30 minutos de barco de Ibiza.

As baleares são uma das regiões autónomas de Espanha e um dos principais destinos turísticos deste país, atraindo visitantes vindos um pouco de toda a parte: alemães, italianos, portugueses, franceses e muitos espanhóis. Só para terem uma ideia cerca de 90% da ocupação do nosso hotel eram ingleses.

Por aqui fala-se o catalão e o castelhano e a sua maior cidade tem o nome da ilha, Ibiza ou em catalão Eivissa.

 

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Não deixem de visitar a cidade de Ibiza. Subam até ao castelo onde conseguem as melhores vistas da cidade e percorram as ruas estreitas e labirínticas da cidade velha (Dalt Vila), ladeadas pelo típico casario branco das cidades mediterrânicas. Por fim, sentem-se numa esplanada e respirem todo o ambiente de vida e festa que esta cidade transmite.

 

 

O duo Ibiza/ Formentera é designado por ilhas Pitiúsas e foi precisamente esta dupla que nos fez viajar até lá. É no porto de Ibiza que se apanha o ferry boat que em pouco mais de meia hora nos coloca na ilha de Formentera outro paraíso a conhecer e sobre a qual escreverei mais tarde.

De lisboa a Ibiza são cerca de hora e meia de avião. Os voos são diretos e a melhor altura para visitarem estas ilhas é Junho e Setembro já que nos meses de Julho e Agosto o turismo aumenta brutalmente. Nós fomos em Setembro quando o tempo ainda estava quente e o número de pessoas já tinha diminuído muito.

Para além da praia e da vida noturna esta ilha possui uma grande riqueza cultural e muitos vestígios arqueológicos desde a época fenícia-cartaginesa, o que lhe valeu a classificação de Património da Humanidade pela UNESCO em 1999.

 

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Vista da cidade obtida do castelo - o centro da cidade é paragem obrigatória para quem gosta de compras. Aqui para além do comércio local encontramos imensas lojas de souvenirs, roupa, restaurantes, bares discotecas.

 

Não vos vou falar do hotel onde ficámos, até porque a escolha vai depender muito do estilo e do bolso de cada um.

Nós ficámos num 4 estrelas normalíssimo, sem grandes luxos, com piscina que nunca usámos, algures no ponto mais noroeste da ilha. A ideia foi sempre arranjar um lugar que servisse apenas para dormir, tomar o pequeno-almoço e seguir viagem. Conhecer o máximo de praias possíveis e descobrir os recantos da sua costa recortada.

O que importa ressalvar aqui é a localização do hotel. É neste lado da ilha, mais distante da capital que encontramos as praias menos movimentadas e na minha opinião as mais bonitas. A partir daqui percorremos a ilha de carro e conhecemos todas as praias que nos foi possível alcançar por este meio (visto que algumas delas só se consegue mesmo por barco).

No que toca às praias as opções são tantas que se torna difícil escolher uma ou eleger a melhor, principalmente porque isso varia muito de acordo com o gosto de cada um. Eu por exemplo prefiro praias mais selvagens, com menos gente e pouco turísticas (gosto de esticar a toalha na areia e dispenso as cadeiras e chapéus que na maior parte dos casos roubam espaço à praia e dão-lhe um ar mais artifícial).

A variedade é muita. Desde pequenas enseadas encaixadas entre montes (algumas delas de difícil acesso e outras só possível alcançar através de barco), a praias com extenso e fino areal. Comum a todas elas são as águas claras, azul-turquesa de temperatura amena.

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Platges de Comte - está localizada no lado Oeste da ilha a cerca de 15 minutos de carro de Sant Antoni. É daqueles lugares que parecem tirados de um filme. Ao vivo e sem photoshop as águas são mesmo azul-turquesa, transparentes, com fundo em areia e pouco profundas o que a torna um local seguro para as crianças. É um local idílico que na época alta concentra muita gente tornando o espaço menos atrativo. A área divide-se em vários espaços e é composto por duas praias principais com areia e zonas rochosas ao nível do mar onde é possível estender a toalha. É um optimo local para quem gosta de fazer snorkeling.

 

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Sunset Ashram - Parece que é um dos bares mais famosos da ilha mas nós só conseguimos lá chegar através do GPS. Está situado entre as duas praias principais de Cala Comte. O restaurante/ bar sunset ashram tem vistas panorâmicas do exterior e foi construído de forma a se misturar com as rochas onde assenta. O ambiente é descontraído, serve pratos de cozinha indiana e mediterrânea e é um dos melhores sítios para assistirem ao pôr-do-sol. 

 

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Outro recanto maravilhoso que vale a pena descobrir - a Cala d'en Serra. Está localizada no norte da ilha, no município de Sant Joan. É uma pequena baía cercada por falésias íngremes cobertas de vegetação. Neste dia o tempo estava mais nublado mas a água é cristalina e azul turquesa. Foi considerada uma das melhores praias da Europa.

 

A vida noturna é outra atração da ilha e há mesmo quem afirme que a ilha não dorme. E é mesmo verdade!

A noite de Ibiza é conhecida em todo o mundo e considerada uma das melhores, pela sua excentricidade e ambiente alternativo. Se o que procuram é diversão, glamour, locais de moda e estar a par das últimas tendências musicais então estão no sítio certo.

Os dois grandes centros da vida noturna são a cidade de Ibiza e Sant Antoni de Portmany onde dizem que se assiste ao pôr-do-sol mais bonito do mundo, ao som das últimas tendências musicais no famoso Café del Mar.

 

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O famoso pôr-do-sol no Café del Mar em Sant Antoni de Portmany

 

Quer sejam notívagos ou não, reservem uma noite para conhecer pelo menos um dos mais famosos clubes e discotecas: O Space, Pacha, Privilege Ibiza, Amnesia, DC10, El Divino, Café del Mar ou Es Paradis.

Escusado será dizer que regressei a casa completamente apaixonada pela ilha.

O melhor conselho que vos posso dar é: aluguem um carro (isto é obrigatório), percam as horas e explorem a ilha o máximo que conseguirem. Vão ver que não se vão arrepender.

Dancem, divirtam-se e não se esqueçam “What happens in Ibiza stays in Ibiza”…. Ou será em Las vegas?!? ;)

 

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Para iniciar o fim-de-semana com uma dose extra de energia e boa disposição

 

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Pudim de Chia com Frutos Vermelhos e Maca

 

Durante a semana a alvorada é às 6h30 da manhã o que para uma pessoa que adora dormir é duro de aguentar.

Há dias em que o meu cérebro está completamente KO e nem uma dose extra de cafeína soluciona o problema.

Tenho por isso perdido algum tempo a procurar receitas de pequenos-almoços que me deem uma dose extra de energia e que possam ser preparados de véspera.

E foi assim que cheguei ao Pudim de Chia um pequeno-almoço saudável, nutritivo e saciante que também pode ser usado como sobremesa.

A receita é simples e pode ser preparada de véspera, ideal para manhãs apressadas ou para casos como o meu em que de manhã só mesmo com o piloto automático ligado.

Existem muitas versões para esta receita que com algumas variantes andam mais ou menos pelo mesmo.

Como foi a primeira vez que fiz, simplifiquei!

 

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Para o pudim de chia vão precisar de:

1 chávena e meia de chá de Leite de amêndoa

½ chávena de chá de Sementes de chia

1 colher de chá de mel (colocar de acordo com o vosso gosto)

 

É só colocar todos os ingredientes dentro de um frasco fechado e ir agitando até as sementes ficarem hidratadas (se não fizerem isto correm o risco das sementes ficarem depositadas no fundo numa massa compacta).

Usei o leite de amêndoa porque era aquele que tinha cá em casa, mas podem optar por outro (aveia, arroz, coco, avelã, etc).

Podem também usar baunilha para aromatizar e dar sabor já que o pudim tem pouco sabor.

No fim colocar no frigorífico (o ideal é fazer isto à noite e de manhã já está pronto).

 

Para a cobertura vão precisar de:

1 chávena de chá de frutos vermelhos congelados

½ banana

1 colher de sobremesa de maca

½ limão

Mel q.b

Pólen de abelha q.b

 

Colocar tudo no liquidificador ou varinha mágica e triturar até formar um puré consistente e suave. Provar e afinar as doses dos ingredientes.

Deitar por cima do pudim previamente solidificado.

Guarnecer a gosto com frutos silvestres, banana, folhas de hortelã ou aquilo que mais gostarem. Polvilhar com o pólen de abelha.

 

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E por fim desejo-vos um excelente fim-de-semana :)

 

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Obrigada!

A equipa do Sapo destacou o nosso post de ontem e nós agradecemos o destaque ... 

 

Obrigada sapo 

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Uma vista sobre a cidade

lisboa castelo.JPGCastelo de S. Jorge

 

Seja qual for a perspetiva, seja qual for o ângulo ou o local, Lisboa é das cidades mais fotogénicas que conheço… seja pela luz, pela proximidade do rio tejo ou pelos inúmeros miradouros que nos oferecem vistas panorâmicas da cidade.

Quem chega apaixona-se, quem parte leva a saudade e os que ficam não se cansam de admirá-la.

 

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Lanchar em Sintra

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Quando penso no que gosto no Outono vem me automaticamente à cabeça os passeios pela natureza com cheiro intenso a terra molhada, os fins-de-semana com pequenos-almoços demorados que se arrastam pela hora do almoço, os lanches de fim de tarde e os dias coloridos de castanhos e dourados antes da chegada daquela que é a estação mais cinzenta do ano.

E para não fugir à regra este fim-de-semana fomos mais uma vez até Sintra fazer uma caminhada e repor as energias no meio da natureza.

O passeio teve como paragem obrigatória um lanche a meio da tarde no Café Saudade, um dos mais charmosos cafés desta vila.

Localizado na avenida Miguel Bombarda, muito perto da estação de comboios, este pequeno tesouro de Sintra tem a vantagem de se afastar um pouco do coração da vila tornando o espaço mais sossegado do que é habitual por estas bandas (pelo menos nesta altura do ano).

Quem entra no café Saudade é imediatamente invadido por um sentimento nostálgico num reencontro visual com o passado. Reconhecemos uns objectos e relembramos outros que já nem nos lembrávamos da sua existência.

Quando chegámos ainda havia lugar para sentar, espaço para escolher a mesa e tempo para nos atenderem (o que em Sintra é um privilégio).

Já não fomos a tempo do brunch que servem todos os dias e por isso pedimos um chocolate quente, um café afogado e para acompanhar uma fatia de um delicioso bolo de chocolate com frutos silvestres. O chocolate quente era espesso e forte como eu gosto, o café afogado era um reconfortante café com uma bola de gelado finalizado com natas e o bolo era de textura forte e macia, onde se misturavam o doce do chocolate e a acidez dos frutos.

 

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O menu está repleto de coisas boas e apetecíveis como os scones gigantes, os bolos caseiros à fatia que vão variando conforme os dias, as muitas variedades de chá, café, cappuccinos, chocolates quentes e muitas outras coisas que valem bem a pena experimentar.

O café surgiu no edifício da antiga fábrica das queijadas de Sintra ou “Queijadas da Mathilde” da qual manteve a traça original e muitos elementos da sua decoração.

O espaço foi decorado com elementos vintage misturando peças tradicionais do artesanato português com alguns elementos resgatados ao passado, ao tempo onde ali ainda funcionava a fábrica de queijadas da Mathilde (é o caso do balcão de atendimento logo à entrada).

 

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O edifício manteve a traça original e divide-se em pequenas divisões, numa espécie de labirinto com cantos e recantos bem decorados que nos fazem sentir como se estivéssemos em casa.

O ambiente é descontraído e a simpatia dos funcionários não deixa ninguém indiferente que em tom de brincadeira nos desafiaram a decifrar as silabas trabalhadas no tecto da sala principal…. Com alguma ajuda lá chegámos à palavra MA-TH-IL-DE dividida silabicamente pelos 4 cantos da cobertura e que nos remete mais uma vez ao nome da fundadora de uma das mais antigas fábrica de queijadas de Sintra (1888-1974).

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Numa autêntica viagem ao passado parámos no tempo por umas horas, lanchámos, conversámos e enchemos a alma de coisas bonitas.

Bom para matar saudades das memórias de outros tempos.

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As cores do Outono

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Não tenho estações do ano favoritas mas gosto especialmente da Primavera e do Outono por serem inícios de um novo ciclo que trazem mudanças e incitam à renovação.

E é tão bom iniciar ciclos. 

Do outono guardo as memórias da escola primária, o cheiro a terra molhada, o giz a raspar no quadro (sim! sou do tempo dos quadros em ardósia), as galochas quase até ao joelho e o chapinhar nas poças de água a caminho de casa depois das aulas, o cheiro a castanhas assadas nas ruas, os assados e a canja de galinha.

Guardo também os grandes corredores de plátanos em tons de castanho e dourado que cobriam as avenidas a caminho da escola e que começavam agora a despir-se.

Misturo tudo isto na minha cabeça, junto uns camisolões de lã tricotados à mão pela minha avó (geralmente dois numeros acima do meu) e chamo-lhe Outono...

Vá-se lá saber porquê!!!!

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Comer o que nos faz sentir bem

 

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Desde muito miuda que a minha mãe se via aflita para que eu tivesse uma alimentação dita "normal".

Bom a verdade é que essa normalidade nunca chegou à minha vida, porque de facto eu não gostava de carne, o leite "branco" dava-me a volta ao estômago, o pão em exagero deixava-me uma sensação de peso e para ajudar à festa não morria de amor por bolos e sobremesas. Isto valeu-me muitas vezes a designação de "esquisitinha", "enjoadinha" e muitas outras palavras acabadas em "inha".

Se juntarmos a isto o facto de ter crescido nos anos 80 onde toda esta onda de alimentação saudável (hoje em dia tão na moda) não estar ao alcance da maior parte das mesas portuguesas e ainda o facto de ter sido educada numa família de 5 filhos é fácil perceber que aqui não havia tempo, nem lugar para “esquisitices”… foram anos a suster a respiração para conseguir beber um copo de leite, a comer só couves aos domingos quando o almoço era cozido à portuguesa e a tentar explicar o inexplicável.

Situações caricatas que me fazem sorrir e perceber que mais do que manias eram a minha forma de estar.

Colocar de lado definitivamente alguns destes alimentos não foi uma opção mas antes uma exigência física que exigiu muito pouco esforço da minha parte (com excepção do açucar onde tive que ser mais disciplinada).

De há uns anos a esta parte tenho tentado respeitar esse meu lado que tantas vezes foi contrariado por falta de tempo, por falta de alternativas (almoços à pressa e em cima do joelho) e mesmo por negligência da minha parte numa espécie de "deixa andar"... às vezes tenho a sensação que somos engolidos pelo dia-a-dia e vamos deixando tanta coisa de nós para trás.

O yoga veio despertar em mim essa consciência que com o tempo se tornou uma necessidade: respeitar e ouvir o que o meu corpo pede. Seja um alimento, seja mais horas de descanso ou qualquer outra coisa. Ouvir-nos!

Mudei de hábitos, criei novas rotinas, desfiz-me de coisas velhas, limpei a casa e todos os dias tento arrumar ideias.

A acompanhar as minhas novas rotinas estão os meus pequenos almoços que faço antes e pós exercicio.

Não lhe posso chamar de treino porque por enquanto limito-me a ir correr, caminhar ou andar de bicicleta ao ar livre, preferencialmente junto ao mar.

Para o pequeno almoço de hoje preparei algo simples, delicioso e leve: iogurte natural + banana + framboesas + sementes de chia.

Só isto!

Tão simples e tãaaaooo bom

 

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