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365 dias

Em tons laranja

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 Praia do Meco @2016

 

Terminar o dia assim tem qualquer coisa de mágico.... 

Ficámos por lá à espera que o azul desse lugar ao laranja, à medida que a praia ia aos poucos e poucos ficando vazia.

Todos os dias acontece!

Às vezes estamos, outras vezes não; às vezes paramos para olhar e outras estamos tão distraídos que nos passa ao lado ou não conseguimos ver.

Tenho aprendido que para as coisas boas acontecerem é preciso estarmos receptivos.

 

O maior sunset de sempre é aquele em que estamos presentes.... e nós estávamos lá.

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Ler para emagrecer

Há duas semanas atrás ofereceram-me este livro que devorei em 2 dias.

 

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O título é sugestivo “Elegante em 15 minutos” e se juntar a isto comer para manter a forma….. transforma-se no sonho de qualquer mortal!

Professor de educação física e Personal Trainer, Joe Wicks, ficou conhecido pela sua conta no instagram e os vídeos de 15 segundos no youtube onde foi publicando as suas receitas.

Conhecido em todo o mundo como @thebodycoach defende que para se conseguir um corpo em boa forma não basta cortar nos alimentos calóricos ou fazer dietas rigorosas que na maior parte dos casos trazem carências, originam quebras de energia e desequilíbrios nutricionais.

Para o PT a chave do sucesso está em conciliar os planos de treino com a quantidade de alimentos ingeridos, ajustando as refeições consoante o gasto de energia diário.

O livro apresenta 100 receitas fáceis e rápidas de preparar que devem ser ajustadas ao plano de Treino Intervalado de Alta Intensidade (HIIT) com a duração de menos de 20 minutos por dia.

No final são apresentados os resultados obtidos por pessoas que seguiram o seu programa e fotografias do "Antes e Depois" dos seus seguidores.

O programa garante-nos boa forma e um corpo tonificado. Será?!?

Custa-me acreditar que aquele corpinho tão trabalhado e bem definido se deva só ao tipo de alimentação e aos 15 minutos de exercícios propostos. Mas confesso que fiquei tentada a experimentar o 90 Day SSS Plan (90 Day Shift, Shape and Sustain ) – um programa que propõe uma mudança em 90 dias.

 

Fica a ideia de uma leitura light e descontraída para os longos dias de praia.

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Uma Praia que era deserta e desconhecida a poucos kms de Lisboa

 

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Nem todos os caminhos vão dar à praia do Cavalo ou à praia do Ribeiro do Cavalo, cujo acesso pode ser feito apenas de duas formas: por um trilho terrestre ou por mar.

Chegar a esta praia não é tarefa fácil, sobretudo se optarmos pelo caminho terrestre, mas prometo que no fim vai valer a pena.

Chegados a Sesimbra seguimos na direção do lado poente da vila, onde se situa o Porto de Abrigo.

A partir daqui é seguir de carro pela estrada de terra batida e uns metros mais à frente descer a pé por um trilho difícil e sinuoso, com algumas descidas de inclinação acentuada que terminam no areal.

O caminho não é fácil e requer da parte do caminhante alguma destreza física, resistência e sentido de orientação. São cerca de 30 minutos a andar por um caminho de terra, maioritariamente envolvido por vegetação densa e ladeado por arribas instáveis.

Desaconselho o percurso a pessoas com pouca mobilidade, idosos ou crianças pequenas.

A alternativa ao trilho terrestre é apanhar um barco, mas há também quem chegue à praia de caiaque.

A dificuldade do acesso limita o número de visitantes que mesmo assim, nos últimos anos tem vindo a aumentar. Isto é visto com alguma desconfiança pelos locais e habituais frequentadores desta praia que atribuem aos visitantes a responsabilidade do aumento da poluição na mesma.

Assim que chegamos, logo à entrada encontramos um letreiro que nos diz aquilo que os nossos olhos já constataram “Está numa das praias mais bonitas de Portugal” e se sobreviveu à descida então esqueça por agora o regresso e usufrua deste pequeno paraíso.

 

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O que levar:

- Preparem uma mochila com o essencial, desta forma ficam com as mãos livres para vos ajudar no caminho (principalmente nas descidas).

- Levem água e reservem parte dessa água para o regresso. A praia não tem qualquer tipo de estruturas de apoio e como tal não poderão adquirir nada no local.

- Levem calçado apropriado, uns ténis julgo ser suficiente. Não façam como eu que fui apanhada desprevenida e fui de havaianas.

- Afastem-se das arribas, que são instáveis e nunca se sabe quando pode haver uma derrocada.

- Sigam as pedras marcadas a verde que estão no chão e vos indicam o caminho certo.

- Se possível evitem as horas do calor, uma vez que não há sombras. No caso de irem passar lá o dia levem um chapéu e muito protetor solar.

- Por umas horas, esqueçam os telemóveis, os pokémons, os snapchat e todas as redes sociais, pois aqui raramente vão conseguir rede….. relaxemmmm

- Por último vou escrever o óbvio mas que nunca é demais repetir…. Não deixem lixo na praia e isso inclui as pontas de cigarro…. Lembrem-se que os motivos que vos fizeram ir até esta praia foi precisamente o ser limpa, selvagem e quase virgem…. Contribuam para que se mantenha assim!

 

Respire, mergulhe e usufrua desta pequena maravilha.

 

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E agora o lado negro da coisa:

A curiosidade levou-nos a esta praia. Movidos pelos media e pela enorme publicidade que fizeram à volta dela. Como nós outros tantos e tantos outros foram também até lá. A praia foi perdendo a pureza e a áurea de mistério que a envolviam e faziam dela um lugar tão apetecível, tão especial, capaz de pôr qualquer um a descer a arriba de gatas só para chegar lá abaixo em segurança e poder usufruir daquele paraíso selvagem e quase deserto. Foi assim há uns anos! Agora a realidade é outra.

Apesar da hora tardia a que chegámos ainda havia muita gente por lá. Metade da praia já se encontrava coberta pela sombra do grande rochedo e o sol já não queimava. As temperaturas no entanto mantinham-se amenas e muitas pessoas já estavam de regresso, colina acima num percurso que demora cerca de 30 minutos. Pelo caminho cruzámo-nos com famílias inteiras que esforçadamente carregavam monte acima um conjunto enorme de coisas: chapéus-de-sol, cadeiras, lancheiras, sacos e sacolas, como se estivessem numa praia comum e de fácil acesso. Pais que carregavam ao colo os filhos pequenos e outros que tentavam arduamente manter os miúdos alinhados em fila indiana no trilho estreito e sinuoso. Os miúdos ignoravam as advertências, borrifavam, escapavam e inventavam novos caminhos que faziam resvalar algumas pedras. O pai puxava um, a mãe repreendia outro e a passo de caracol lá iam subindo.

Houve engarrafamento no pequeno trilho….. um verdadeiro engarrafamento!

Ainda não tínhamos chegado à praia e já tínhamos percebido que da pequena praia deserta e desconhecida restava muito pouco.

Apesar dos vários avisos que sinalizam a instabilidade das arribas, vi várias pessoas saírem do trilho e aventurarem-se para as extremidades dos rochedos na ansia frenética e quase psicopata de conseguirem uma foto panorâmica ou uma selfie.

Na praia reparei numa quantidade absurda de beatas espalhadas pelo areal. É inacreditável que isto continue a acontecer e sendo esta praia frequentada maioritariamente por jovens e jovens adultos, cuja formação foi moldada dentro de uma educação virada para a sensibilização ambiental ainda mais injustificável se torna.

O excesso de informação é um pau de dois bicos. Se por um lado nos sentimos todos merecedores destes sítios, por outro lado os factos mostram-nos que nem todos estão à altura deles.

A praia não deixa de ser bonita, as águas não deixam de ser transparentes e verde-esmeralda, no entanto é difícil ficar indiferente a estes pequenos grandes pormenores.

 

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Que bem que se está no campo

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Quer seja para passar um fim-de-semana a dois ou para umas férias em família, o Alentejo continua a ser um dos locais de eleição de muitos lisboetas. Desta vez fomos até à barragem do Alqueva, visitar algumas zonas deste grande lago.

Mas hoje não vos vou falar da região, que por si só merece um post, mas sim de um pequeno turismo rural que encontrámos por acaso, enquanto andávamos à procura de um local simpático para passar a noite: a Horta da Coutada.

A Horta da Coutada é uma ótima opção para quem quer passar um fim-de-semana tranquilo na zona da grande albufeira do Alqueva. Está localizada perto do rio, não é excessivamente caro (existem algumas promoções que é preciso estar atento) e é um local muito giro. Calmo e sossegado, foge aos roteiros turísticos ou mais na moda, o que me agrada.

Em pleno Alentejo interior, situa-se no Ferragudo, na aldeia do Telheiro, a cerca de 900 metros do rio e a 1 Km da carismática vila de Monsaraz, onde se come maravilhosamente e se assiste a um fascinante pôr-do-sol.

O edifício foi reabilitado com os materiais tradicionais (pedra de xisto e cal), mantendo a traça original da arquitetura alentejana, com alguns apontamentos mais modernos.

Possui 3 quartos duplos e 2 suites, com casa de banho, ar condicionado, LCD e wireless. Os preços incluem o pequeno-almoço, acesso à piscina, jardim, horta e pomar biológicos, onde é permitido aos hóspedes apanhar para provar alguns frutos da época como os figos, romãs, peras, laranjas, limões doces, entre outros.

A quinta dispõe ainda de dois apartamentos (T1 e T2).

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O pequeno-almoço pode ser tomado no exterior, no alpendre (com vista sobre o jardim, piscina e pomar) ou na Sala do Jardim (antigo estábulo da quinta, agora restaurado e transformado num espaço interior simpático e acolhedor). Simples, delicioso e composto por produtos caseiros (compotas e bolos) e regionais (pão alentejano, queijos e enchidos), pode ser tomado até às 12h30.

 

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Alpendre  

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Vistas da piscina 

 

Os quartos são todos diferentes entre si e possuem uma decoração rústica e bem cuidada, composta por móveis e artesanato local.

No exterior somos envolvidos pelos cheiros frutados e florais. Passeámos pelo jardim que nos levou até ao pomar, visitámos a horta e a antiga nora e terminámos com um mergulho na piscina de água salgada.

 

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A quinta manteve alguns elementos originais, marcos da sua história e antiguidade, como é uma antiga nora, atualmente desativada.

Há redes e algumas áreas de lounge espalhadas pelo espaço para relaxar, ler um livro ou observar os milhares de estrelas que este céu, longe das luzes e da poluição nos oferece.

 

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A Horta da Coutada foi em tempos a quinta que dava apoio de água e bens alimentares às gentes vizinhas e ao Convento da Orada, localizado a uns escassos metros da mesma. 

 

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 Convento da Orada (séc. XVIII) encontrava-se encerrado e vedado ao público.

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 Entre a quinta da Horta da Coutada e o convento da Orada encontramos este cromoleque, representativo da cultura megalítica desta região

 

Destaca-se por último a disponibilidade e simpatia com que fomos recebidos e que nos fez sentir em casa.

 

Até à próxima!

 

Para mais informações consultem aqui 

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Ai que calor... que calor

A solução para acabar com este calor é mesmo ir até à praia dar um mergulho :)

Opções não faltam...

 

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Praia da Nazaré

 

 

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Ericeira@2016

 

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Do farnel ao Kitesurf - Uma praia para todos os gostos

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Vista geral da Lagoa de Albufeira

 

Portugal tem sítios lindos, lugares maravilhosos, praias fantásticas.

O fim-de-semana foi de calor, de gelados, de passeios e de praia… ahhh e de muita, muita emoção com a nossa seleção a jogar e a ganhar.

Sábado fomos até à Lagoa de Albufeira.

A praia da Lagoa de Albufeira situa-se no concelho de Sesimbra, na freguesia do castelo, a cerca de 30 km de Lisboa.

É formada por um extenso areal e está separada da Lagoa do mesmo nome por grandes dunas. A lagoa é formada pela água salgada do mar e pela água doce de três ribeiras que ali convergem.

O vento e as águas calmas da lagoa criam as condições necessárias para a prática de alguns desportos como o kitesurf, windsurf, vela, paddle e canoagem.

Para quem tem miúdos é excelente! Do lado da lagoa as águas são calmas e em alguns locais pouco profundas o que permite um dia cheio de brincadeiras, conchas e mergulhos.

É também um excelente local para quem gosta de piqueniques, aproveitando o pinhal que rodeia uma das margens da lagoa.

Vale a pena andar pelo areal, afastarmo-nos da zona da entrada, junto à estrada (sempre com mais pessoas) e procurar um local mais próximo do canal que nos leva ao mar… aí as águas são mais agitadas o que as torna mais limpas e divertidas.

Próxima de Lisboa, mas suficientemente longe para espairecer por umas horas ou um dia, para descansar, pôr a leitura em dia ou simplesmente recarregar as baterias.

Foi um dia bem passado!

 

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Somos Campeões

 

marques1.jpgPraça do Marquês de Pombal - Lisboa (madrugada 11/07/2016)

 

Portugal saiu à rua para celebrar a vitória. Uma vitória que também foi de todos aqueles que acreditaram, que sofreram e apoiaram a nossa seleção.

Não percebo nada de futebol e por isso não posso falar das táticas ou técnicas dos nossos jogadores no jogo de ontem, apenas do que vi.

E o que vi foi um jogo limpo (da nossa parte), bastante atribulado e um esforço enorme dos nossos jogadores para manterem o foco e a calma perante atitudes menos corretas do adversário.

O que senti foi para além do jogo! Senti-me parte de um todo, de uma nação onde milhões de pessoas, com a mesma identidade, espalhadas pelo mundo inteiro se uniram pela fé, esperança e a crença que a vitória era nossa….

Unidos por PORTUGAL.

Foi espetacular!

Somos campeões da Europa!

Viva a seleção! Viva Portugal!

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Pausa... (fui só ali ser despedida mas volto já!)

Não foi um momento relaxante ou uma pausa kit kat, nem sequer fui de férias. Foi daquelas pausas forçadas que nos atiram para o chão e nos deixam lá pregados, sem forças, meio à toa como se nos tivessem acertado com um tijolo na cabeça…. Assim do nada!

Quando aos 42 anos és simplesmente dispensada das tuas funções sem qualquer explicação e só com uma frase “Tenho más notícias: o seu ordenado é muito acima da média e como tal não a podemos manter” e de um segundo para o outro vês te numa situação que simplesmente não sabes como gerir, como lidar e digerir… o sentimento de confusão e desilusão é inevitável.
Passamos a vida preocupados com tudo…. As contas, a casa, a arrumação, a aparência…. Insistimos em ter tudo no lugar e levamos a vida obcecados em colocar as coisas nos sítios… naqueles sítios que achamos que são os sítios delas. Como se as coisas não fossem só coisas e tivessem um sítio para estar.
Até que um dia, sem avisar, tudo muda (e desta vez foi, literalmente, sem avisar). 
Pode ser um acidente, uma doença, uma perda, um adeus, um desemprego, uma separação, pode ser um novo amor, um novo projeto, um reencontro ou um nascimento, que de um momento para o outro inverte todas as prioridades e possibilidades de simplesmente continuarmos a ser quem fomos. 
Fiz uma pausa…. para digerir e dar tempo, para que os sentimentos de revolta, de mágoa e indignação assentassem e retomassem os seus lugares dentro de mim.
É preciso acreditar, continuar a acreditar!
E quando é assim… sem pressas… está na hora de mudar de LUGAR!

A vida continua… e nós também.

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Olá! Criei este espaço para partilhar momentos, fotografias, viagens e locais que vou conhecendo. Todas as fotos publicadas são da autoria do 365dias... espero que gostem!

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